O tempo é muito lento para os que esperam; Muito rápido para os que tem medo; Muito longo para os que lamentam; Muito curto para os que festejam; Mas, para os que amam, o tempo é eterno. Shakespeare
fevereiro 16, 2012
O que faz falta ...
Esperanza Aguirre, presidente da comunidade de Madrid, vai fazer uma poda nos "liberados sindicais" para lhes dar a conhecer a verdadeira dimensão do trabalho: 3500 a 700 que é uma completa obra de progressismo e justiça social. A poupança: muitos milhões de euros.
Aqui responde ao inenarrável comissário de Madrid do PSOE.
dezembro 02, 2011
O Cabron del Negro
Além disso cheira tudo a velho: Símbolos? Velhos! Discurso? Velhos! Slogans? Velhos! Conceitos de Empresa? Velhos. Dirigentes? Vetustos! Se os políticos estão pela hora da amargura pela reputação, os sindicalistas não estão melhores.
novembro 24, 2010
Da Greve Geral à Ilegalidade
maio 10, 2009
maio 01, 2009
Sindicalismo Criminoso
Estes desenvergonhados sindicalistas da UGT/CCOO de Espanha desfilaram sem um único protesto contra o governo de Zapatero.abril 23, 2009
Desemprego em alta

Imagem picada daqui.
abril 09, 2009
Incontinências ...
Assim se a empresa não for feliz (apenas 1 em cada 10 sobrevive a um ano e 1 em cada 100 sobrevive 10 anos) o empresário deverá provar que não foi “por culpa dele” que está desempregado. Um trabalhador então nunca cai no desemprego por sua culpa mas o empresário é sempre culpado. O empresário então não tem família nem precisa de sobreviver para conseguir uma nova oportunidade e beneficiar um pouco das receitas que gerou para o Estado: ele é um cidadão de segunda.
Era tempo deste sindicalismo persecutório, de ódios irracionais e ideológicos, se deixar de preconceitos e aprender com o evidente empobrecimento, fome e total estagnação que os seus modelos económicos causaram e causam em muitos países. Bastar-lhes-ia olhar para os imigrantes que temos entre nós.
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Um médico veio lamentar o aparecimento de doentes vindos do privado (esgotados os plafonds do seguro de saúde) que “desaguam” (atente-se ao termo) no SNS para continuação de tratamentos. Sei que estes doentes são mal recebidos mas não entendo qual a razão. Por falta de confiança no SNS –morosidade principalmente- há cidadãos que fazem seguros de saúde à custa do seu rendimento familiar e muitos com sacrifícios já que os abatimentos no IRS são pouco significativos. Enquanto não aparecem estão aliviar o SNS e quando aparecem merecem ser tratados como qualquer cidadão pois continuaram a pagar os mesmos impostos. Já não posso estar de acordo com o facto dos gestores hospitalares públicos tenham invariavelmente viaturas topo de gama atribuídas.