Mostrar mensagens com a etiqueta UGT. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta UGT. Mostrar todas as mensagens

maio 13, 2014

Imparável

A Juíza Mercedes Alaya -casada, com filhos e marido, católica e tendo celebrado as bodas de prata para grande desconsolo da esquerda andaluza- prossegue implacável a investigação sobre a imensa teia de corrupção socialista que fez desaparecer centenas de milhões de euros dos ERE (Expedientes de Regulação de Emprego para despedir - que catita) na Andaluzia (um feudo socialista de desemprego e corrupção que mais faz lembrar Detroit) para bolsos progressistas e sindicalistas.

A socialista Magdalena Alvarez está imputada e tem 6 (cinco, nem mais nem menos) quintas e 5 (nem mais nem menos) contas correntes embargadas (uma delas no Luxemburgo): um espólio que bem podia repartir. Defender os pobres rende muito dinheiro: eles pululam por aí.

A Juíza prossegue imparável na sua investigação

março 22, 2013

Uma charada

... no Chipre não se avistam as habituais bandeirolas vermelhas, bandeiras com o Che, sindicalistas a bufar parvoíces e o restante folclore doentio inventado na sequência do golpe de Estado de Moscovo de 1917.

Está tudo mais em tons de preto e branco!

Em Espanha a juíza Alaya vai descortinando o destino de biliões gastos nos programas zapateristas dos ERE (Expediente de Regulação do (des)Emprego): muito do dinheirinho enriqueceu os sindicalistas da esquerda guerro-civilista da CCOO e UGT.


fevereiro 17, 2012

novembro 24, 2010

Da Greve Geral à Ilegalidade

Foi com espanto que vi numa cimeira sindicalista Cândido Mendez  das CCOO ao lado do professoral Carvalho da Silva. Vai-se ao site da CGTP e ao site do PCP e a linguagem é igual: punhos cerrados, luta, mobilização, especuladores, ataques, etc. Estas centrais sindicais são as rémulas da Internacional Comunista. As CCOO são cúmplices no lançamento de 4 milhões de espanhóis no desemprego sem um esboço de protesto. Como pode um sindicalismo ancorado numa ideologia defender o trabalhador? Acaso os interesses do trabalhador coincidem com uma ideologia que cria milhões de pobres?

Depois sorvem dinheiros públicos como esponjas e despedem eles próprios pessoal. A comunidade de Madrid vai corajosamente acabar com grande parte deste sindicalismo profissional de um exército de ociosos e poupará 70 milhões de euros por ano (70 Milhões por ano!!) .

Quem perde o emprego com 45 anos não encontra nada, metade dos que saem licenciados nada encontra e os restantes é a recibo verde para sempre ou umas horas a 3.5Euros/hora. O emprego está reservado a quem o tem: quem o perde está tramado. Entretanto os privilegiados trabalhadores da Auto-Europa (com aumentos de quase 4%) param igualmente a fábrica de Palmela. Que pretendem estes vândalos? Solidariedade? Com quem? Com os médicos cubanos escravizados em Portugal e Venezuela?

Querem convencer-nos que uma economia com um patrão único, com um sindicalismo amestrado pelo patrão único, com a polícia a mando do patrão único, com a justiça a fazer a vontade do patrão único conseguirão melhores condições de trabalho do que se puderem optar entre vários empregadores e empregos, que terão mais liberdade para reivindicar e que terão mais justiça?

A greve geral é um direito que não compagina com o regime democrático. Acredito em sectores descontentes que poderão ter razões para fazer greve e para protestar sectorialmente mas nunca em consonância geral. 

Que pretende a Greve Geral? Condicionar um Governo? O Governo foi eleito para 4 anos e ao fim de 4 anos é julgado de novo: é para isso que o voto serve. Outros mecanismos estão constitucionalmente previstos para mudar de Governo. Uma Greve Geral é um golpismo encapotado. Sobretudo acho a greve geral ainda um egoísmo e uma provocação a quem não tem emprego.

O sindicatos que vimos são estruturas anacrónicas, velhas, esclerosadas e ancoradas em sofismas com quase 150 anos: perderam-se no tempo e no espaço. São alienígenas no mundo do trabalho. Era tempo de protestarem contra eles próprios e contra os previlégios de que usufruem.

Sindicatos? Sim, mas independentes! Honestos e generosos lutando com quem for necessário pelo justo e razoável sem objectivos que não sejam o progresso económico e a criação de empregos, empresas, empregadores e trabalhadores saudáveis financeiramente. 

dezembro 14, 2009

Os grandes exploradores e egoistas


No fim de semana passado os sindicatos CCOO e UGT de Espanha saíram à rua para uma grande manifestação. Zapatero explodiu com deficit, rebenta com a escala no desemprego, perde credibilidade na dívida externa e tem a economia num buraco de onde não vai conseguir sair nos anos mais próximos.

Os sindicatos saíram portanto para protestar contra o governo? Não! Saíram para a rua em protesto contra os empresários que lutam para manter as empresas com o nariz fora de água e aguentar os empregos que podem. Com Zapatero cantam a Internacional e de Zapatero recebem grossos subsídios que multiplicam muitas vezes as quotas dos filiados.

Estes hordas de cevados -herdeiros dos criadores da Guerra Civil- não trabalham: vivem à custa dos impostos de quem trabalha. O dinheiro é tanto que pagaram 30Euros para o almoço dos participantes e ainda tiveram a Renfe a dar transporte à borla. Mesmo assim não reuniram mais de 30000 pessoas.

Quem se juntou a esta "festa do trabalho"? Os também cevados artistas subvencionados por Zapatero. A malta do Cinema recebe ajuda conforme os bilhetes vendidos e o negócio é tão lucrativo que chegam a comprar o grosso dos bilhetes para os seus próprios filmes.

Ilustração: Andy Riley