Mostrar mensagens com a etiqueta agências de rating. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta agências de rating. Mostrar todas as mensagens

julho 07, 2011

Moodys ... o bombinho da porrada

Está tudo contra a Moodys:
- "O Cardeal" Pina Moura, ministro das finanças de Guterres, que nos preparou esta sopinha, está contra a Moodys
- O patrão dos patrões está contra a Moodys
- Os economistas estão contra a Moodys que defende "interesses privados"
- Os reformados que jogam cartas na rua estão contra a Moodys
- Os banqueiros queixam-se da Moodys
- A TVI está contra a Moodys que arruína economias, está a declarar Guerra comercial por parte dos EUA e funciona como os glutões do Presto.

É triste ver tanta gente desapontada com a Moodys logo agora que havia razão nenhuma! A Moodys é zarolha e sádica. Temos que marchar contra a Moodys e criar uma agência de rating honesta, se possível única, que diga sempre coisas boas de nós e que desacredite a Moodys. 

É triste ver estes tugas serem vítimas da Moodys por razões inconfessáveis mas seguramente por qualquer coisa prosaica: um bacalhau à Gomes de Sá mal cozinhado, um pastel de Belém recesso ou um sarrabulho mal aquecido.

Há gente capaz de tudo! Um restaurante falido que abre com nova gerência merece encher logo no primeiro dia de actividade e, se assim não for, o cozinheiro não deve aprimorar os pratos: basta esperar pela chegada de mais clientela.

Vamos tramar a Moodys: ter um déficite negativo, colocar a economia a crescer, poupar, criar emprego e por aí adiante. Vamos arruinar os interesses privados que a Moodys defende.

maio 25, 2010

Economia a quanto obrigas

Uma família paga os estudos superiores a dois filhos. Investe o seu dinheiro no desejo de conseguir que eles venham a ser independentes e auto suficientes na vida. O financiamento dos estudos é complementado por uma bolsa do Estado.

Um dos filhos prossegue os seus estudos com bom aproveitamento, aparece aos fins-de-semana em casa e é comedido nos gastos.

O outro vai pedindo mais dinheiro, não apresenta resultados e muitas vezes nem sequer vem a casa. A roupa cheira a tabaco. A situação torna-se suspeita. A família fala com a senhoria: o rapaz entra tarde, dorme até tarde e não o vê a estudar. Umas perguntas aqui e ali e percebe-se que a farra (discoteca, bares, etc) é o pão-nosso de cada dia. Aliás as casas de diversão pululam por todo o lado e aproveitam o maná de outros estudantes igualmente financiados de forma generosa.

O dinheiro dispendido com o rapaz é lançado à rua e, como consequência, a torneira fecha e o artista é chamado a prestar contas. Protesta pois a bolsa do Estado não chega para tudo. Não se conforma e considera que as informações recolhidas não são de fontes confiáveis e deviam ser ouvidas outras.

Traz os colegas de farra como as fontes de informação credíveis e queixa-se de um complot orquestrado para o tramar. Faz um choradinho à avó e ao avô mas estes já não vão em fitas. Quem paga é que manda e os dados estão lançados: o dinheiro agora só é entregue com garantias.


Quem são os especuladores, as vitimas dos especuladores, as más agências de rating e as agências de rating desejáveis?