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março 14, 2024

Jornalismo ...

 ... os jornalistas ainda não entenderam que não fazem jornalismo: fazem propaganda política.

 A Democracia está deficitária graças ao jornalismo que temos! Faz falta a TSF? Não! Faz falta o DN? Nada! Faz a GlobalMedia que tivemos? De todo.

Andar a passear cravos e com abril na boca não resolve nada.

Fazer greve é agora uma forma de pressão sobre futuros governos.

maio 08, 2015

Os objectivos elitistas dos pilotos ... causar dano e sofrimento

“Conseguimos infligir um dano de 30 milhões de euros na companhia e penso que isso não devia ser desvalorizado pelo Governo” Presidente do Sindicato dos Pilotos

Não pode o governo despedir esta casta?

junho 18, 2013

Um dia triste

Já passei por algumas salas de professores. Não gostei! Quase nunca ouvi ou aprendi nada de novo. Notava uma enorme apatia: por entre queixas e desculpas do "ambiente familiar" dos alunos era  quase tudo tolerado.

Hoje percebi como uma actividade nobre -a do ensino- pode ser prejudicada pelos agentes principais: os professores que seguem os sindicatos que tudo contestam e nada criam. Escolas com mais baixas classificações na ranking foram as que mais greves fizeram. As escolas com as lideranças mais frágeis e desinteressadas foram as que menos cumpriram. Os alunos são apenas uma razão para estar e não actuar: são as notas que não se dão, são os exames que não se fazem é a doutrinação a que são sujeitos para explicar as "lutas" dos professores. Como marca fica um tremendo mau exemplo para os jovens: entregar os trabalhos a tempo e horas, estudar para os exames e cumprir prazos e horários não vale nada. Respeitar o superior Professor não se justifica se o Professor não respeita as obrigações mínimas. 

Passados os tempos em que se iam estendendo o número de anos que um aluno era obrigado a passar na Escola, as turmas eram reduzidas, os ensinos especiais apareciam, os projectos educativos pulavam, os cursos de formação profissional se multiplicavam e as novas oportunidades ofereciam um diploma em três tempos, chegam os tempos em que a população escolar vai definhando ano após ano e o número de horas para dar se reduz a um ritmo alucinante.

Algo vai ter que mudar! Chega de fazer gato-sapato de jovens e dos respectivos pais. Uma das primeiras coisas será acabar com o monopólio do Estado na Educação. Dar oportunidade -não só aos filhos dos predilectos e políticos da nação que nos impingem esta desgraça estalinista com o perfume de "Escola Pública"-  de poderem optar por uma escola que respeite, se dê ao respeito e cumpra a sua função: ensinar, exigir e cumprir. 

junho 14, 2013

Escatólogo da Educação

O Presidente da Associação de Pais é um pândego. A degradação do Ensino Público pode continuar: de pais como estes, que querem obrigar todos alunos a repetir os exames caso alguns não o façam à conta do terrorismo sindical do PCP, não podemos esperar nada. São os companheiros perfeitos da macacada anual, à custa dos pais e alunos, na época de exames.

Eu arregalo os olhos e abano a cabeça: hoje acontecem coisas, dizem-se coisas, fazem-se coisas que ninguém acreditaria possível. Coisas com uma leviandade tão infantil, tão gratuita e tão impune que até doem.

fevereiro 16, 2011

Mais produção

... menos trabalho.

Os sindicatos marxistas continuam a sua saga de infernizar a vida do cidadão que precisa de usar os transportes públicos. Dia após dia estes bandos usam abusivamente a função social do transporte público e a sua posição dominante no sector para fazerem gato sapato dos restantes trabalhadores. Os direitos destes grevistas permitem-lhes não realizar os serviços mínimos, suspender todos os serviços que terminam após o início das suas convenientes horas de greve (escolhidas para não acordarem muito cedo) e ainda param quase exclusivamente às horas em que os transportes são mais necessários. O trabalhador de uma pequena empresa, de um pequeno escritório ou por conta própria só se pode sentir esmagado por estes bafejados meliantes.

Isto não é greve: é um sadismo troglodita. É um abuso descarado de uma situação laboral privilegiada, uma afronta a quem se levanta pela madrugada para ganhar o sustento dos seus e uma provocação aos mais de 620 000 desempregados.

Urge mudar a lei da greve: apenas serve para atropelar os direitos dos mais fracos.