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outubro 21, 2024

Viva la Revolution .. Carago

 Así avanza Argentina con Milei: los 25 gráficos que revelan el repunte de su economía

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maio 24, 2024

Isto é deprimente

Ver um debate eleitoral para o Parlamento Europeu sobre o aborto onde os direitos de uma nova vida, que tanta falta faz à Europa, é completamente esquecida: nem os calhaus da rua são tão ignorados.

A Europa, que está em acentuada colonização islâmica bem programada, perdeu as suas bússolas morais e está em desagregação semelhante ao Império Romano mas discute o sexo dos anjos e a forma de se tornar irrespirável o mais depressa possível.

O TIJ tenta salvar o Hamas e coloca-se ao lado do terrosrismo islâmico financiado pelo Irão. Biden, que apoiou as negociatas do filho, tenta salvar o Hamas.

A Noruega, a Irlanda e a Espanha premeiam o terrorismo com um Estado: não se queixem quando forem vítimas. Os judeus vítimas são sempre bons mas quando se defendem são descartáveis e devem ser algemados.

Sairam mais imagens dos animais do Hamas a violentar mulheres reféns: aguardam-se indignações das cobardes organizações feministas.

Dirigentes europeus lamentam a morte do macabro carniceiro e Presidente do Irão: a Europa dos valores, dos direitos humanos da liberdade, do direito à vida lamenta a morte de um assassino de dezenas de milhares de inocentes, da tortura de muitos mais e do esmagamento das mulheres que passaram a ser tratadas como animais domésticos.

maio 14, 2024

Impensável tanta liberdade, ausência de preconceitos ideológicos e respeito pelos pais

 El cheque escolar se abre paso en Dinamarca: los colegios privados suben un 45%.

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dezembro 15, 2020

outubro 20, 2013

Um Povo determinado, corajoso e misericordioso com os seus atacantes

Copiado Do Blog-Lisboa-Tel Aviv

Apesar de liderado pelo Egipto e Síria, o ataque a Israel no “Yom Kippur” (Dia da Expiação) de 6 de Outubro de 1973 foi de, pelo menos, mais dez países, entre árabes (Iraque, Arábia Saudita, Kuwait, Líbano e Jordânia) e do Norte de África (Líbia, Argélia, Tunísia, Sudão e Marrocos) que contribuíram ativamente para o esforço de guerra sírio-egípcio em tropas, equipamento militar ou apoio financeiro. E a verdade é que, de início, os Estados Árabes ganharam vantagem e o seu objetivo continuava bem claro: a destruição do Estado de Israel. Contavam também com o apoio material da União Soviética que os abastecia por mar e por ar e que rejeitou um pedido dos Estados Unidos para um cessar-fogo. A ONU não tomou qualquer iniciativa perante o ataque a um seu Estado membro parecendo, antes, querer assistir à derrota completa de Israel. Nos Montes Golan, aproximadamente 180 tanques israelitas enfrentavam 1.400 tanques sírios e ao longo do Canal do Suez, menos de 500 soldados israelitas foram atacados por 80.000 egípcios. Apenas a 13 de Outubro a ajuda americana teve início, quando os Estados Unidos decidiram efetuar uma ponte aérea de apoio a Israel.
Não tendo tido tempo para se preparar, Israel esteve na defensiva nos dois primeiros dias da guerra, sofrendo pesadas baixas. A situação chegou a uma gravidade tal que Moshe Dayan, o herói da Campanha do Sinai e da Guerra dos Seis Dias, horas depois do início do ataque egípcio-sírio, entrou no gabinete da Primeira-Ministra Golda Meir e perguntou-lhe se ela pretendia que ele se demitisse, o que Golda liminarmente recusou. E em visita à frente norte no segundo dia de guerra, 7 de Outubro, Dayan encontrou as defesas dos Golan na iminência do colapso. De imediato telefonou ao Major-General da Força Aérea Benny Peled para que abortasse um ataque em larga escala às defesas aéreas egípcias que se encontrava a decorrer e enviasse imediatamente os seus aviões para norte. “O Terceiro Templo está em risco” referiu, aludindo ao Estado de Israel. Se na frente egípcia o Canal do Suez separava os dois exércitos e, por outro lado, a vastidão do Deserto do Sinai oferecia amplo espaço de manobra, já na frente síria não havia qualquer espaço para recuos e apenas um fosso anti-tanque, ainda por concluir, poderia dificultar um avanço sírio. Para além disso, os Sírios, assim como os Egípcios, estavam agora equipados com os novos mísseis terra-ar SAM (Surface to Air Missile) de fabrico soviético, pelo que os aviões israelitas teriam que se concentrar primeiro nestes e não apenas no seu objetivo principal de apoio às suas tropas no solo.
Com a mobilização dos reservistas, o sentido dos acontecimentos começou a mudar. Israel expulsou os invasores e levou os combates para dentro dos territórios egípcio e sírio. À semelhança da Guerra dos Seis Dias, novamente o Cairo e Damasco estiveram à mercê das forças israelitas que avançaram até 67 km do Cairo e 40 km de Damasco. 
E duas semanas depois do início da guerra, o Egipto foi salvo de nova derrota desastrosa pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas que decidiu atuar quando a situação se tornou desfavorável aos Árabes, adoptando, a 22 de Outubro, a Resolução 338 que apelava a “todas as partes do presente combate a cessarem todas as hostilidades e a terminarem imediatamente toda a actividade militar.” Por outro lado, também se apelava “às partes em causa a iniciarem imediatamente após o cessar-fogo a implementação da Resolução 242 do Conselho de Segurança (de 1967) em todos os seus pontos.” Coincidência ou não, a votação ocorreu no dia em que o Exército Israelita cortou a retirada e isolou o Terceiro Exército Egípcio e estava em posição de o destruir.
Nesta guerra os países árabes utilizaram uma nova arma política: após onze dias de guerra, aplicaram um embargo de petróleo ao Ocidente que veio a quadruplicar os preços do crude e a evidenciar a dependência ocidental do petróleo árabe, o que se refletiu num maior isolamento internacional de Israel, de que foi exemplo a recusa dos países da Europa em autorizarem as escalas nos seus territórios dos aviões de transporte americanos durante a ponte aérea para Israel. Só Portugal deu essa autorização, através da utilização da Base das Lajes nos Açores.
Se a Guerra do Yom Kippur fez os Árabes perceberem que nunca conseguiriam destruir o Estado de Israel através do confronto direto, ela teve um enorme impacto social e emocional em Israel: pelo elevado número de baixas sofridas para um pequeno Estado cercado que luta pela sua sobrevivência e pelo sério abalo na confiança quase ilimitada na sua segurança que a Guerra dos Seis Dias tinha trazido.

João Monteiro

janeiro 19, 2013

Mensagem à Filipa (Pepa) Xavier

Sei que vai um pouco tarde mas não posso deixar de manifestar a minha solidariedade à Pepa Xavier. Não a conheço: espero que seja uma rapariguinha decente, trabalhadora e responsável. 

A Filipa trabalha, é dinâmica, não é dinossauro autárquico, não tem motorista particular, não está a RSI, não tem cartão de crédito do governo e não tem empregada para lhe tirar os caroços como a Carolina Patrocínio. Não veio pedir subsídios, aumentos de salário, menos horas de trabalho ou mais remuneração por horas extraordinárias como é habitual em qualquer manifestação sindical num país em que mais de 16% não têm um horário de trabalho de 40 horas.

A Filipa foi rosto de campanha de uma empresa que é o paradigma do trabalho, do rigor e da liberdade de criar e inovar: a Samsung é uma empresa de sucesso da Coreia do Sul onde se podem ter sonhos. A Filipa também trabalha para ter sucesso e tem direito a ter sonhos. O direito ao sonho é um direito do individuo livre nas sociedades e nas economias livres. A Filipa ganha 700 Euros e tem o sonho de ter uma carteira Channel de quase 3000 Euros. 

Muito português de pé descalço têm um BMW série 3 a crédito, a Filipa quer amealhar para comprar uma mala Channel: não avançou com cartão de crédito para no dia seguinte ir a correr à DECO a pedir ajuda e a declarar-se insolvente.

A Filipa foi maltratada e alvo de ataques de indignação selectivos pelos trolhas do ciber-espaço.   

Cara Pepa: gostei do que ouvi de ti, acho que tinha orgulho em seres minha filha e dou-te uma ideia. No teu site indica e espalha o número de uma conta bancária onde as pessoas que se queiram solidarizar possam ajudar-te a comprar a mala Channel.

Beijoca

setembro 30, 2012

A Liberdade em extinção

SIAN (Stop Islamization in Norway) and EDL (English Defense League) não se podem manifestar da forma que sempre o fizeram: pacificamente.

De um lado são atacados por turbas de "anti-racistas", esquerdistas e muçulmanos que lhes atiram garrafas e pedras e do outro pela Polícia que em Inglaterra, em vez de garantir a segurança e o direito à manifestação, distribuiram bastonada em dose reforçada.

setembro 19, 2012

Lufada de ar fresco

Lutam mais pela liberdade estes jornalistas franceses que todos os políticos de uma Europa moribunda económica e moralmente.
Os políticos franceses, americanos e de outros países preferem tomar partido pelos arruaceiros que pelos cidadãos que querem ser livres e viver com os seus filhos e filhas em segurança. 

julho 12, 2012

Politicamente correcto


Como o politicamente correcto numa Europa odiosa se está a tornar uma tirania que protege, com base na raça ou religião, os prevaricadores e viola os direitos mais essenciais do ser humano mesmo que este seja apenas uma criança de poucos anos.


In London, two Muslims, who laughed as they repeatedly raped a 24-year-old woman, had their sentences slashed after politically correct judges at an appeals court ruled that the men were not "dangerous."
In Wiltshire, police pulled over an 18-year-old driver for a routine spot check. The driver was stunned when a police officer ordered him to remove the Flag of England from his car; apparently they said the flag could be deemed racist and offensive to Muslim immigrants. The driver thought the officer was joking until he was threatened with a £30 fine if he refused to remove it from view. Tory MP Philip Davies, who campaigns against political correctness, said: "How on earth can it be racist to fly your own flag in your own country?"
In Southampton, a racism row broke out after taxi passengers complained that foreign drivers could not understand English. A group of drivers responded by placing stickers in their taxis with the Flag of England, reading "English Speaking Driver" (photo here). The signs, however, were branded as "racist and offensive" by Town Hall officials, who threatened to strip the drivers of their operating license -- and their livelihood -- if they refused to remove them.
In Manchester, a 14-year-old girl was arrested by police for racism after refusing to sit with a group of five Asian students who did not speak English. The incident happened after the girl asked her teacher if she could switch groups because the Asian students were talking in Urdu, a language she did not understand. The teacher apparently responded by shouting at her, "It's racist, you're going to get done by the police." After being fingerprinted and photographed, the girl was forced to spend three-and-a-half hours in a police cell on suspicion of committing a "section five racial public order offense."




outubro 11, 2010

Lieberman a doer

Lieberman, o Ministro dos negócios estrangeiros de Israel, deu com apenas meia dúzia de parágrafos uma lição de moral aos hipócritas governos europeus.

outubro 10, 2010

Uma revista à direitas

Só reconheço dois direitos que são fundamentais pela natureza do Homem.
- Direito à Vida;
- Direito à Liberdade.

Os outros têm que ser adquiridos pelo humanismo do trabalho individual e colectivo.

Deixo aqui, como referência a capa de uma das raras revistas que segue princípios progressistas.

Fica na foto a ternura dessa Liberdade: o ensejo da nossa geração e a expectativa que a geração seguinte coloca em nós.

maio 31, 2010

A PAZ

As ONG's que embarcaram na quixotesca frota para uma pseudo-operação humanitária e de paz -além de irem armados, serem extremamente agressivos ao ponto de atacarem os primeiros soldados israelitas que entraram desarmados e vinham prometendo a morte aos judeus- recusaram ao pai do soldado Shalit a entrega de uma carta ao seu filho raptado e cativo do Hamas.

dezembro 15, 2009

Para pensar

"You cannot legislate the poor into freedom by legislating the wealthy out of freedom.
What one person receives without working for, another person must work for without receiving.
The government cannot give to anybody anything that the government does not first take from somebody else. When half of the people get the idea that they do not have to work because the other half is going to take care of them, and when the other half gets the idea that it does no good to work because somebody else is going to get what they work for,that my dear friend, is about the end of any nation. You cannot multiply wealth by dividing it."


Dr. Adrian Rogers, 1931