El cheque escolar se abre paso en Dinamarca: los colegios privados suben un 45%.
O tempo é muito lento para os que esperam; Muito rápido para os que tem medo; Muito longo para os que lamentam; Muito curto para os que festejam; Mas, para os que amam, o tempo é eterno. Shakespeare
maio 14, 2024
novembro 06, 2012
setembro 10, 2012
Judite desorientada
O momento "desorientação maiúscula" ocorreu quando a Judite, que não sabia o que era o GAVE, perguntou:
- O que diz a um aluno desorientado e perdido, um pai desorientado e perdido quando quer entrar no ensino superior?
Pois eu responderia que teriam que comprar uma bússola, um mapa ou um GPS ou fazer como eu. Escolher ... o amor pode vir depois!
janeiro 28, 2011
Educação ... e a falta dela
janeiro 14, 2011
Uma esperança nos EUA
dezembro 11, 2010
A Economia Subterrânea
- Não tem contribuído para melhorar os serviços públicos: saúde, justiça e segurança são um desastre;
- Tem contribuído para criar e alimentar uma multidão sempre crescente de corruptos;
- Tem servido para incrementar propaganda política (umas imagens de um pequeno almoço com um futebolista rico valem 700 000 Euros) e distribuir gadgets;
- Tem servido para financiar abortos a pedido (uma, duas, três vezes) e não apoiar as famílias com filhos a cargo nem os mais idosos;
- Tem servido para nos tirar a liberdade de opção na Educação dos Filhos pois agora as melhores escolas, na sua grande maioria privadas, ficam só ao alcance dos ricos. As públicas impingem modelos ideológicos e morais que repugnam a maioria dos pais e ajudam a perpetuar a pobreza material e espiritual. Cresce ainda a convicção do Estado controlar a vida dos seus filhos desde o momento da concepção (com muitas ajudas e facilidades para o nascimento não ocorrer) até à morte (assistida obviamente).
- O contribuinte sente-se sujeito a dupla tributação: as explicações para colmatar o mau ensino, a consulta médica que nunca há, a cirurgia que não se consegue em tempo útil, as propinas que o bom aluno tem de pagar no ensino superior enquanto outros sem rendimento escolar (ano após ano) são generosamente subsidiados.
dezembro 10, 2010
abril 20, 2010
setembro 23, 2009
O Manual da Coceira neo-Progre
- Tem uma comichão? Não desespere!
- Tem piolhos? Quitoso... não! Uma mão amiga sim.
- Tem um ponto negro? Não é estético!
- Tem uma borbulha encravada? Há sempre alguém para ajudar!
- Está com prisão de ventre ou antes “sente-se” inchado? Há sempre solidariedade.
Eu coço, eu cato, eu espremo, eu aperto eu digo “vá força, força, coragem”.
A ideia deve ter vindo do Jardim Zoológico ao observar, no fosso, os macacos a catarem-se, limparem certos órgãos e andarem aos pulos pelo cercado.
Mas se os bichos se portam assim há milhares de anos então isso é moderno, progressista e apropriado ao Séc XXI. Porque será que ninguém tinha visto antes de mim? Engano. O rebanho de autodidactas satélite de Zapatero já tem manuais, re-edição do livrinho de Mao mas agora para miúdos, destinados à disciplina de EpC (Educação para a Cidadania). Até ensina os petizes a coçarem-se uns aos outros. Albacete está na vanguarda deste exército neo-retro que invade competências das famílias e faz um doutrinamento ideológico como se as crianças fossem sua propriedade e bichinhos do tal Jardim Zoológico que eles querem implementar como modelo da sociedade. O Homem é reduzido a simples matéria destinada a ser moldada por estes admiráveis bípedes e dispensa outras referências. Tudo faz lembrar que a família (ou se calhar apenas o ventre da Mulher) é uma espécie de chocadeira de aviário. Está tudo aqui.
O que virá aí na Educação Sexual em Portugal? É um bom exemplo, a somar a outros semelhantes, do que poderemos vir a ter já que de manuais tendenciosos estão os curriculums cheios.
julho 30, 2009
Da mesma massa

A ministra já a conhecemos. O calibre de Gabilondo tira-se a partir daqui: não vale a pena ir mais longe.
junho 09, 2009
maio 17, 2009
Jesus Neira com Jimenez Losantos
Losantos, sempre hábil na condução de qualquer conversa, consegue levar a entrevista a uma série de temas relacionados com o facto. A educação, o ensino, a justiça, a moral, a família, o futuro ... a partir do minuto 45.
março 19, 2009
Juventudes ....

A Juventude Socialista de Aveiro indignou-se. Com o cheiro da Ria? Com os motores nos moliceiros? Com o trânsito? Com grãos de açúcar nos Ovos Moles? Com os traficantes de droga às portas das escolas? Não!
Está convencida que dois alunos –pasme-se- tiveram um processo disciplinar por defenderem as políticas educativas da Ministra numa aula. Ora a Ministra não têm qualquer política e muito menos educativa e, mesmo que tivesse, as políticas educativas não são para discutir nas aulas. As aulas é para se estar atento e aprender! Uma das regras fundamentais nas aulas é não discutir política, futebol e religião.
Também não se entende que qualquer fedelho, que não levanta a tampa da sanita para fazer o chichi e deixou de usar cueiros vai para uns meses, possa dizer qualquer coisa sobre política educativa. Lá para comparar os hamburgers da MacDonalds com a concorrência ainda vá que não vá. Aposto que os "putos" queriam faltar às aulas e aparecer no fim do ano a fazer um teste de recuperação e levar um bilhete para a discoteca mais próxima pela proeza.
A nova geração de políticos, se singrarem elementos como estes, está muito bem para aquela que nos governa.
novembro 14, 2008
Da capoeira e da horta para a rua
Já todos percebemos que a avaliação dos professores é uma grande trapalhada. A ser levada a cabo nestes moldes vai criar um tremendo mal estar entre os elementos do corpo docente das escolas. O estatuto dos alunos tem igualmente algumas trapalhadas.
Os estudantes que se manifestam nas ruas são no entanto uns pirralhos, que largaram as fraldas recentemente, e deviam estar na sala de aulas a fazer aquilo que devem fazer: estudar e prepararem-se para o futuro. A sua função não é protestar, criticar e dar opiniões: não têm idade nem qualificações para tal. Estas berrarias, arremesso de projécteis (ovos, tomates, etc), alusões à mãe da Ministra e insultos vários só os ridiculariza.
Não estão a pedir professores mais qualificados ou melhores manuais, não se queixam de faltas de material ou bolsas para alunos pobres e com valor, protestam -pasme-se- por as suas faltas serem tratadas do mesmo modo que outros estudantes faltosos. Mas isto é, por outro lado, um castigo merecido para o Ministério que tem sido complacente com o mau desempenho de quem não quer estudar.
A tolerância e o incentivo a estes comportamentos dos estudantes é um mau serviço prestado à democracia. Viver em democracia significa respeitar a autoridade de quem foi eleito, manifestar-se de forma ordeira e, ao voltar a votar, fazer novas escolhas.
É com desgosto que vejo as organizações juvenis de um partido político, oportunistas de ocasião, a entregar folhetos à porta das escolas tentando capitalizar o descontentamento actual e fazerem doutrinação ideológica.

