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maio 14, 2024

Impensável tanta liberdade, ausência de preconceitos ideológicos e respeito pelos pais

 El cheque escolar se abre paso en Dinamarca: los colegios privados suben un 45%.

- Seguir leyendo: https://www.libremercado.com/2024-04-15/el-cheque-escolar-se-abre-paso-en-dinamarca-los-colegios-privados-suben-un-45-7116384/

setembro 10, 2012

Judite desorientada

Nuno Crato atravessou corajosamente a matilha e deu uma entrevista bem razoável. Esquivando as habituais armadilhas, de uma entrevistadora que evita cuidadosamente abordar os problemas com seriedade e profundidade antes aproveitando os fait-divers para tentar desacreditar os entrevistados, acabou por dizer galhardamente as verdades que se impõem: há gastos a mais, há resultados a menos, há demasiados professores para cada vez menos alunos.

O momento "desorientação maiúscula" ocorreu quando a Judite, que não sabia o que era o GAVE, perguntou:
- O que diz a um aluno desorientado e perdido, um pai desorientado e perdido quando quer entrar no ensino superior?

Pois eu responderia que teriam que comprar uma bússola, um mapa ou um GPS ou fazer como eu. Escolher ... o amor pode vir depois!

janeiro 28, 2011

Educação ... e a falta dela

A discussão sobre as escolas com contrato de associação é sintomática da pobreza dos nossos polítiticos mas acima de tudo um indício que o país não poderá tão cedo aspirar a um desenvolvimento sustentado. O que está em causa é apenas a descarada imposição monopolista do estado como único provedor da Educação usando o dinheiro dos contribuintes. O que está em causa ainda é a liberdade na educação: queremos uma escola uniforme, monocórdica, regulada até à exaustão ou uma escola criativa que procure soluções alternativas que produzam melhores resultados que os que temos conseguido?

O Estado, que sempre tem o cuidado de falar em competitividade, usa a sua posição dominante para sufocar outras soluções na educação evitando a todo o custo uma concorrência leal.

A ministra parece ter inveja -uma "qualidade" dos pobres de espírito comunistas- das escolas que tenham melhores condições que a escola pública. Apenas um passado estalinista pelo PCP, imensas leituras do Avante ou de outros Pravdas podem justificar o fraco discernimento desta escritora de histórias infantis. À demonização do ensino privado juntou-se videirinho o sindicato da praxe.

E porque não escolas privadas recebendo por aluno aquilo que o Estado gasta com o aluno no ensino público? A Escola abre, é avaliado o projecto por uma entidade reguladora e passa a prestar serviço. O serviço é bom (avaliado por provas nacionais dos alunos) a escola prospera. A escola impõe-se e ganha prestígio acrescido? Óptimo. Têm lucro? Óptimo. Podem investir em laboratórios, contratação de melhores professores e outras facilidades (piscina, equitação, golfe, matraquilhos, etc) ou gratificar quem criou o projecto. O ensino privado escolhe os alunos? Excelente, é bom poder escolher. O aluno gostará de poder escolher também o seu futuro emprego. Ficam pressionadas as escolas próximas para aumentar a qualidade ou então fecharem.

A Escola não se consegue impor? A pública mais próxima é melhor? A escola privada fechará: não há dramas. A propósito: visitei recentemente o Liceu que frequentei (30 anos depois). Que observei de melhoramentos? Nada! Salas sem aquecimento e geladas, janelas apodrecidas, mobiliário obsoleto, correntes de ar por todo o lado, sala de professores exíguas onde o docente não se pode sentar sossegado para nenhuma actividade, secretarias com pessoas que usam com dificuldade as ferramentas informáticas, jardins sujos e mal amanhados, materiais fotocopiados sucessivas vezes, miúdos aglomerados em pequenos grupos suspeitos, uma burocracia monstruosa para tirar uma fotocópia, quadros interactivos encaixotados, etc.

A educação do Estado é uma maquinaria medonha e pasto verdejante para sindicalistas, lugares de confiança política e doutrinação de associações de estudantes. Vai ser dificil combater os interesses instalados.

O ditame do Estado sobre a Educação da criança da incubadora à morte é imbecil e contraproducente. E digamos que com 30 anos de Escola pública estamos a um nível quase africano nos testes PISA e por mais cosmética que se faça a mudança terá que ser profunda e estruturante, caso contrário iremos convergir ao pior dos países balcânicos ou do Norte de África. Alguém terá que abordar a questão sem sofismas nem ideologias. Afinal há muitos exemplos e alguns até fora da Europa.

janeiro 14, 2011

Uma esperança nos EUA

O crescimento explosivo do movimento de educação escolar em casa vem sendo acompanhado por um crescimento em abertura para com os estudantes domésticos nas grandes universidades seculares. Cada vez mais instituições de nível universitário estão tendo como mira os estudantes domésticos, depois que estudos frequentemente mostraram que as crianças que estudam somente em casa tendem a superar as crianças da mesma idade que estudam em escolas convencionais.
De acordo com a The Old Schoolhouse Magazine, uma revista de educação escolar em casa, muitas instituições até mesmo nomeiam “especialistas de recrutamento e contato com estudantes domésticos” para prestarem assistência aos estudantes que estão no primeiro ano da universidade e suas famílias.
Um estudo de 2010 publicado na Revista de Matrículas Universitárias revelou que “os estudantes que foram educados em casa possuem uma pontuação ACT, notas médias e índices de graduação mais elevados quando comparados aos estudantes educados de modo tradicional”.
O estudo também revelou “que estudantes que estudam somente em casa tiram nota média mais elevada no primeiro e quarto ano ao se levar em consideração fatores demográficos, pré-universidade, empenho e primeira experiência em universidades”.
Notícias Pro-Família

dezembro 11, 2010

A Economia Subterrânea

Com a economia por terra, aterrada e aterrorizadora não admira que a Economia Subterrânea cresça. Mas não é só pelo aumento de impostos que ela cresce. É também pelo facto de haver uma crescente percepção que pagar mais impostos:

  • Não tem contribuído para melhorar os serviços públicos: saúde, justiça e segurança são um desastre;
  • Tem contribuído para criar e alimentar uma multidão sempre crescente de corruptos;
  • Tem servido para incrementar propaganda política (umas imagens de um pequeno almoço com um futebolista rico valem 700 000 Euros) e distribuir gadgets;
  • Tem servido para financiar abortos a pedido (uma, duas, três vezes) e não apoiar as famílias com filhos a cargo nem os mais idosos;
  • Tem servido para nos tirar a liberdade de opção na Educação dos Filhos pois agora as melhores escolas, na sua grande maioria privadas, ficam só ao alcance dos ricos. As públicas impingem modelos ideológicos e morais que repugnam a maioria dos pais e ajudam a perpetuar a pobreza material e espiritual. Cresce ainda a convicção do Estado controlar a vida dos seus filhos desde o momento da concepção (com muitas ajudas e facilidades para o nascimento não ocorrer) até à morte (assistida obviamente).
  • O contribuinte sente-se sujeito a dupla tributação: as explicações para colmatar o mau ensino, a consulta médica que nunca há, a cirurgia que não se consegue em tempo útil, as propinas que o bom aluno tem de pagar no ensino superior enquanto outros sem rendimento escolar (ano após ano) são generosamente subsidiados.

Torpedear o fisco já quase não é um crime. É cada vez mais um acto de rebelião não violento do contribuinte e talvez  a única maneira de obter a verdadeira Justiça Social que lhe é devida.

setembro 23, 2009

O Manual da Coceira neo-Progre

  • Tem uma comichão? Não desespere!
  • Tem piolhos? Quitoso... não! Uma mão amiga sim.
  • Tem um ponto negro? Não é estético!
  • Tem uma borbulha encravada? Há sempre alguém para ajudar!
  • Está com prisão de ventre ou antes “sente-se” inchado? Há sempre solidariedade.

Eu coço, eu cato, eu espremo, eu aperto eu digo “vá força, força, coragem”.

A ideia deve ter vindo do Jardim Zoológico ao observar, no fosso, os macacos a catarem-se, limparem certos órgãos e andarem aos pulos pelo cercado.

Mas se os bichos se portam assim há milhares de anos então isso é moderno, progressista e apropriado ao Séc XXI. Porque será que ninguém tinha visto antes de mim? Engano. O rebanho de autodidactas satélite de Zapatero já tem manuais, re-edição do livrinho de Mao mas agora para miúdos, destinados à disciplina de EpC (Educação para a Cidadania). Até ensina os petizes a coçarem-se uns aos outros. Albacete está na vanguarda deste exército neo-retro que invade competências das famílias e faz um doutrinamento ideológico como se as crianças fossem sua propriedade e bichinhos do tal Jardim Zoológico que eles querem implementar como modelo da sociedade. O Homem é reduzido a simples matéria destinada a ser moldada por estes admiráveis bípedes e dispensa outras referências. Tudo faz lembrar que a família (ou se calhar apenas o ventre da Mulher) é uma espécie de chocadeira de aviário. Está tudo aqui.

O que virá aí na Educação Sexual em Portugal? É um bom exemplo, a somar a outros semelhantes, do que poderemos vir a ter já que de manuais tendenciosos estão os curriculums cheios.

julho 30, 2009

Da mesma massa













A ministra já a conhecemos. O calibre de Gabilondo tira-se a partir daqui: não vale a pena ir mais longe.

maio 17, 2009

Jesus Neira com Jimenez Losantos

Um professor saiu em defesa de uma mulher agredida. Foi ele próprio brutalmente agredido ficando, se calhar para sempre, debilitado como podemos ver.
Losantos, sempre hábil na condução de qualquer conversa, consegue levar a entrevista a uma série de temas relacionados com o facto. A educação, o ensino, a justiça, a moral, a família, o futuro ... a partir do minuto 45.

março 19, 2009

Juventudes ....


A Juventude Socialista de Aveiro indignou-se. Com o cheiro da Ria? Com os motores nos moliceiros? Com o trânsito? Com grãos de açúcar nos Ovos Moles? Com os traficantes de droga às portas das escolas? Não!

Está convencida que dois alunos –pasme-se- tiveram um processo disciplinar por defenderem as políticas educativas da Ministra numa aula. Ora a Ministra não têm qualquer política e muito menos educativa e, mesmo que tivesse, as políticas educativas não são para discutir nas aulas. As aulas é para se estar atento e aprender! Uma das regras fundamentais nas aulas é não discutir política, futebol e religião.


Também não se entende que qualquer fedelho, que não levanta a tampa da sanita para fazer o chichi e deixou de usar cueiros vai para uns meses, possa dizer qualquer coisa sobre política educativa. Lá para comparar os hamburgers da MacDonalds com a concorrência ainda vá que não vá. Aposto que os "putos" queriam faltar às aulas e aparecer no fim do ano a fazer um teste de recuperação e levar um bilhete para a discoteca mais próxima pela proeza.


A nova geração de políticos, se singrarem elementos como estes, está muito bem para aquela que nos governa.

novembro 14, 2008

Da capoeira e da horta para a rua

Depois do peixe espalhado pelo chão, dos camiões a bloquear as estradas, dos professores em Lisboa, temos os alunos também na rua a lançar ovos contra os membros do Governo.

Já todos percebemos que a avaliação dos professores é uma grande trapalhada. A ser levada a cabo nestes moldes vai criar um tremendo mal estar entre os elementos do corpo docente das escolas. O estatuto dos alunos tem igualmente algumas trapalhadas.

Os estudantes que se manifestam nas ruas são no entanto uns pirralhos, que largaram as fraldas recentemente, e deviam estar na sala de aulas a fazer aquilo que devem fazer: estudar e prepararem-se para o futuro. A sua função não é protestar, criticar e dar opiniões: não têm idade nem qualificações para tal. Estas berrarias, arremesso de projécteis (ovos, tomates, etc), alusões à mãe da Ministra e insultos vários só os ridiculariza.

Não estão a pedir professores mais qualificados ou melhores manuais, não se queixam de faltas de material ou bolsas para alunos pobres e com valor, protestam -pasme-se- por as suas faltas serem tratadas do mesmo modo que outros estudantes faltosos. Mas isto é, por outro lado, um castigo merecido para o Ministério que tem sido complacente com o mau desempenho de quem não quer estudar.

A tolerância e o incentivo a estes comportamentos dos estudantes é um mau serviço prestado à democracia. Viver em democracia significa respeitar a autoridade de quem foi eleito, manifestar-se de forma ordeira e, ao voltar a votar, fazer novas escolhas.

É com desgosto que vejo as organizações juvenis de um partido político, oportunistas de ocasião, a entregar folhetos à porta das escolas tentando capitalizar o descontentamento actual e fazerem doutrinação ideológica.