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maio 22, 2013

Estocolmo já está a arder

... um imenso barbecue de automóveis calcinados por uma turba muçulmana importada à força pelos políticos suecos miseráveis e inimigos da sua nação. Uma turba sustentada pelos impostos e trabalho dos autóctones cujos bens ainda ardem em tochas enormes e cujas vidas são cada vez mais ameaçadas.

Em Londres dois muçulmanos atacam um inglês, retalham-no e decapitam-no arrastando o corpo para o meio da rua: em plena luz do dia, numa rua movimentada, pedem para ser filmados, gritam Aluah Akbar, vangloriando-se do acto brutal e ameaçam todos os ingleses. Uma desfaçatez, um descaramento e uma escalada de violência sem precedentes.

PS: Depois do crime os jornalistas visitam as comunidades multi-culturais (duvido que o sejam, serão antes mais mono-culturais), escolhem uma pessoa da mesma cor e religião dos criminosos e obviamente dizendo-se contra o crime, passam a entrevista e assim lavam as mãos como Pilatos.

Os borregos europeus calam esta afronta com mezinhas e perseguem quem se começa a revoltar contra a insegurança de bens e pessoas causados por uma turba de selvagens parasitas que deveriam ser recambiados com a família mais chegada aos países de origem no dia seguinte ao cumprimento das penas. Não faltará muito para nos atarem as mãos atrás das costas e nos entregarem para sermos degolados.

Nunca houve sociedades multiculturais: o multiculturalismo é uma imposição torpe e uma cedência à selvajaria. O multiculturalismo arrasta violência, intolerância e miséria nivelando as sociedades pelo nível mais baixo subtraindo sempre em vez de somar.




junho 20, 2012

Não contente ... mudei para a TVI

A TVI estava preocupada com os exames dos alunos do 6º ano. Vejam lá ... miúdos tão tenrinhos, com a chupeta ao canto da boca e a fralda empapada já a fazer exames: seria bom sujeitar as criaturas a esta tortura? Uma tragédia salazarenta, digo eu, onde se faziam exames a partir da 4ª classe e deu uma geração desgraçada como a minha.

A TVI ainda ajeitou um moço preto, preto, preto como os pretos da Guiné com um brinco na orelha como as mulheres usavam e uma moçoila, branquinha de leite com um anel no nariz como se usa para controlar o gado bravo .... ajeitou ia eu dizendo... os dois no chão de um jardim verdejante a fazerem de conta que estudavam e saiu dali um hino clamoroso ao multi-culturalismo luso e ao tempo chuvoso que corre.

Uma tragédia, uma bacoquice sem freio ... valha-me o santo padroeiro das televisões. 

maio 27, 2012

Profecia

Eis como vejo o futuro da Europa a partir do presente

Uma Europa governada por uma elite de políticos amorais ou imorais, desinteressados em defender os valores europeus e da civilização ocidental, profundamente corruptos e enquistados ao poder o qual manterão com o auxílio da maioria dos media que farão a sua propaganda. Gravitarão em volta deles os ricos que não criam riqueza mas que vivem da mordomia de contratos com o Estado ou de outras benesses. Viverão em zonas protegidas de condomínios fechados ou vigiadas pela polícia.


Uma classe média produtiva que trabalhará para angariar impostos para os primeiros. Viverão num constante luta para se defenderem dos primeiros e de um crescente número de pobres e imigrantes que vegetarão em zonas perigosas e de elevada criminalidade onde a ordem nunca será imposta. Será perigoso sair à rua, como o é agora em Caracas, e viverá entrincheirada assegurando a sua própria segurança.

A legião de pobres serão as vítimas das actuais políticas de ensino, do ataque à família que desmembra e desestrutura o tecido social, das liberdades aparentemente gratuitas que lhe são concedidas, da bonomia para com a droga e os traficantes e dos generosos subsídios que lhe incentivam a fuga ao trabalho. Estas classes autóctones lutarão pelos subsídios com um crescente número de imigrantes multiculturalistas e explosões de violência serão frequentes.

Esta legião de pobres, quando for a maioria, será essencial para as classes dirigentes as quais farão tudo para elas sempre existirem: umas migalhas, promessas de mais apoios e um discurso trauliteiro pelos pobres e contra a exclusão comprará facilmente os votos necessários para os eleger. Por outro lado manter uma classe média numa dimensão suficiente será suficiente para produzir os proventos necessários à elite.