A cada dia que passa Portugal tem que receber mais "refugiados": já vai a contagem em 5000 e o directório de Bruxelas ameaça os países que não cumprirem as ordens do grande irmão.
O aborto foi empurrado por referendo atrás de referendo. O aborto de nascituros portugueses tornou-se livre, passou de excepção a direito, deixou de ser pago na Clínica dos Arcos (e outras que tratavam a gravidez") para ser completamente de borla. Não há um tostão para demover uma mulher de realizar um aborto quando invoca problemas económicos.
A Suíça alarmada pelo extremismo islâmico propagado dentro das Mesquitas supremacistas (mais altas, mais volumosas e mais ruidosas que as igrejas em redor) fez um referendo para decidir se permitia ou não a construção de novas mesquitas e o Povo foi soberano: disse não. Muitos ganiram mas não houve remédio.
A aceitação de "refugiados", sem qualquer investigação do seu passado e da real necessidade de abrigo, é um abuso das elites politicas sobre os cidadãos eleitores. Os governos não foram eleitos nem tem autoridade moral, para dispor de recursos disponibilizados pelo trabalho dos cidadãos em favor de estranhos sem uma razão suficientemente forte.
Recordo que a Europa não foi tão solidária com o êxodo forçado de quase 1 milhão dos judeus que viviam no médio oriente em territórios que agora são o Mundo Árabe. Egipto, Síria, Iraque, Yemen, etc) perseguiram, roubaram, mataram e expulsaram os judeus que encontraram maioritariamente refúgio em Israel. Israel foi generoso com os seus ... os países árabes não são. Recordo ainda o genocídio muçulmano dos arménios e o completo desinteresse da Europa pelo caso.