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setembro 07, 2015

Alta traição

A cada dia que passa Portugal tem que receber mais "refugiados": já vai a contagem em 5000 e o directório de Bruxelas ameaça os países que não cumprirem as ordens do grande irmão.

O aborto foi empurrado por referendo atrás de referendo. O aborto de nascituros portugueses tornou-se livre, passou de excepção a direito, deixou de ser pago na Clínica dos Arcos (e outras que tratavam a gravidez") para ser completamente de borla. Não há um tostão para demover uma mulher de realizar um aborto quando invoca problemas económicos.

A Suíça alarmada pelo extremismo islâmico propagado dentro das Mesquitas supremacistas (mais altas, mais volumosas e mais ruidosas que as igrejas em redor) fez um referendo para decidir se permitia ou não a construção de novas mesquitas e o Povo foi soberano: disse não. Muitos ganiram mas não houve remédio.

A aceitação de "refugiados", sem qualquer investigação do seu passado e da real necessidade de abrigo, é um abuso das elites politicas sobre os cidadãos eleitores. Os governos não foram eleitos nem tem autoridade moral, para dispor de recursos disponibilizados pelo trabalho dos cidadãos em favor de estranhos sem uma razão suficientemente forte.

É necessário um referendo para legitimar este acolhimento: apresentem propostas claras para o cidadão poder decidir se pretende ou não autorizar essa ajuda.

Recordo que a Europa não foi tão solidária com o êxodo forçado de quase 1 milhão dos judeus que viviam no médio oriente em territórios que agora são o Mundo Árabe. Egipto, Síria, Iraque, Yemen, etc)  perseguiram, roubaram, mataram e expulsaram os judeus que encontraram maioritariamente refúgio em Israel. Israel foi generoso com os seus ... os países árabes não são. Recordo ainda o genocídio muçulmano dos arménios e o completo desinteresse da Europa pelo caso.

dezembro 01, 2013

Croácia .... uma lição

Pela manhã o habitual delírio informativo televisivo, muito sacana (como é sempre) para não variar:

"A Croácia referenda uma emenda à constituição definindo o casamento como uma união entre um homem e uma mulher. A Igreja Católica tem um peso importante .... obviamente as organizações de Direitos Humanos estão contra...". Sempre me causou um grande espanto as organizações de direitos humanos meterem o bedelho, habitualmente matreiro, nestas questões. Com 60000 raparigas excisadas no Reino Unido sem um único julgamento, com dezenas de milhares de casamentos de crianças no Reino Unido, com o ensacamento de mulheres às centenas de milhares, com epidemias de violações de mulheres brancas nos países nórdicos os DH decerto deverão estar a gozar com o pagode.

Pois bem ... a Croácia deu uma resposta claríssima que passou ao lado dos telejornais:  o casamento é entre um homem e uma mulher. Acabaram-se as aberrações por aquelas bandas durante uns anos. Foi pena não terem feito o mesmo em Portugal onde os lobbys gays, maçónicos e heterofóbicos têm um peso importante. Ofenderam centenas de milhares de casamentos e deram uma facada na sociedade sem qualquer interesse que não fosse satisfazer o ego de minorias sequiosas de propaganda e direitos que não merecem.

PS: Um excelente comentário aqui. O referendo foi desencadeado pelo cidadão comum: contra a imprensa, o governo e toda uma série de pressões de minorias gritantes e farsantes LGBTs que nada puderam contra a determinação da verdade e da dignidade humana. http://www.turtlebayandbeyond.org/2013/family/croatia-the-outcome-of-the-constitutional-referendum-on-marriage-is-a-clear-victory-for-common-sense-and-human-dignity-but-the-fight-must-continue/

julho 22, 2012

Sem medo que o céu lhe caia em cima

É uma pequena aldeia que, na Europa, que ainda se distingue da choldra e das trevas em que mergulharam os vizinhos. Não me resta qualquer dúvida que a Europa, e Estados Unidos, vivem uma época que se pode caracterizar como de "inquisição secular" que está a deixar o Homem sem referências.

Os lobbys abortistas, quase sempre eficazes como a peste negra, tentaram implantar com uma "iniciativa popular" (são todas) a legalização do aborto no Lichetenstein. O Príncipe Aloys disse que, independentemente do "voto popular", usaria os seus direitos constitucionais para vetar a lei. A população votou e rejeitou o aborto.

A mesma tralha humana tentou uma outra jogada agora do tipo Cavalo de Tróia: fazer um referendo para limitar o direito de veto do Príncipe. O Príncipe, cujo cargo à frente de um dos países mais prósperos da Europa depende directamente da vontade dos súbditos, afirmou categoricamente que deixaria o trono caso fosse impedido de vetar leis contra os direitos humanos ou que violassem a sua consciência.

O referendo foi em frente e levou uma tremenda derrota: apenas recolheu 24% dos votos a favor. Basta por vezes uma pessoa decidida, sábia, honesta e sem medo de afrontar o Mal para conseguir vitórias assinaláveis.