(Para ler de fio a pavio)
O tempo é muito lento para os que esperam; Muito rápido para os que tem medo; Muito longo para os que lamentam; Muito curto para os que festejam; Mas, para os que amam, o tempo é eterno. Shakespeare
junho 29, 2013
O abraço da cobra pitão
A pitão é um bicho implacável: abraça a vítima e lentamente vai-a comprimindo. A cada expirar mais profundo ela aperta mais um pouco, mais um pouco ... até conseguir os intentos.
No Brasil muita gente veio para a rua. Aparentemente terá sido uma manobra da esquerda para capitalizar os erros que os mesmos vão cometendo. Nada mais perturbante e confuso que protestar contra eles próprios: esvaziam as razões de quem é prejudicado e assumem a liderança da mudança. Que mudança? Aprofundar as conquistas que foram conseguindo. Foi assim no PREC e a estratégia é sempre a mesma. Pouco se ouviu de útil além de protestar contra a criminalidade. Casos como uma dentista (solteira e que cuidava de sua mãe incapacitada) abusada, roubada e morta com requintes de malvadez por uns rapazolas ricos com espampanante carro abalaram recentemente o Brasil. Outros, como o caso de uma rapaz que não foi suficientemente lesto a entregar o celular e, por isso, liquidado como um animal, estavam ainda frescos. Pelo meio os habituais activistas a destruir o que aparece e exigir tudo grátis: ou seja uma nova escravatura para os satisfazer. Brasília legisla apressada mais umas leis que são papel molhado. A ideia: controlar mais. O Brasil entretanto, além do que Olavo refere, liquidou a instituição militar, retalhou partes do território e lançou em plano inclinado os vestígios de moral que ainda tinha.
No Equador e na Bolívia os democratas indígenas esmagam quem se atreva a criticar. A comunicação social independente vai morrendo ou, se não morre, é comprada para disfarçar um pouco. A imitação da Venezuela, onde um frango é agora um bem raro, é o mote.
A Nicarágua já nem aparece nas notícias. Cada vez mais um sub-mundo de miséria total, doença, prostituição, corrupção e desalento depois de um golpe constitucional onde unanimemente os juízes escolhidos a dedo confirmaram que o preto era branco.
Na Argentina a kirchner, associada ao Juiz Garzon com quem partilha a cama segundo as más línguas, tentou uma "democratização da Justiça". A manobra, que visava entregar a Justiça aos amigos, esbarrou no Supremo. O Presidente do Supremo está agora a contas com a "Hacienda". O método já era usado pela Evita: pedia umas "dádivas" aos empresários para pagar os luxos. Os que não pagavam recebiam a visita incómoda da "Hacienda". O assédio da apreciadora de carne de porco afrodisíaca ao Clarin é já uma normalidade. Hoje foram as cúpulas militares varridas de uma só vez e substituídas por marionetas da "Presidenta". A economia é uma espiral perigosa e a fome grassa.
O abraço da pitão na América Latina vai colhendo vítimas: cada protesto é um motivo para apertar mais um pouco. Conseguiram construir na América latina o que perderam a leste.
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junho 27, 2013
Ramos de Flores
Se há personagem que serve para vender livros, trazer qualquer alcoviteiro e inútil gato-sapato à TV é António de Oliveira Salazar.
A propósito da última "criada de Salazar" lá se fez uma reportagem que estava a ser bem interessante não fosse um empecilho, que mantém conservado o trotskismo fossilizado em fumo de cachimbo, meter o nariz no assunto. O nome é Rosas, tem a mania de ser historiador e assume lugar cativo para comentar o "fássismo". Que baderna trazia este pequenito que não distingue uma alface de uma couve-flor sem uma etiqueta preto no branco e tamanho de letra 28:
- Uma gravura em que um homem entra de enxada às costas na casa onde a mulher trata das lides caseiras e os filhos estudam numa mesa. Que vê na gravura? Tudo negativo! A mulher "na sua função" diz ele. Miúdos a estudar? Enxada? Mas que é isso? O normal seria os putos a fumar erva, a mulher mãe solteira e o pai a fazer greve na Carris, Metro ou CP e na bebedeira em bares da noite. Todos de bandeira revolucionária à volta de amados lideres, condutores infalíveis que cuidam do povo: alimentação, ideologia e o destino na vida.
- O reverendíssimo trotskista não sabe que Portugal era um país rural. Os cromos da revolução bolchevique redundaram em mais fome que o Portugal, que Salazar recebeu dos "camaradas" nos anos 30, brindou aos seus.
- Rosas então admirava-se ainda por Salazar controlar as Forças Armadas, coisa que eu pensava ser típico de uma democracia.
Mas o ramalhete ainda não estava completo. Sai mais um livrito sobre o mesmo tema de um jornalista que trabalha numa "redacção muito coesa" que deve ser a mesma da revista Visão. A visão é grande e descobriram a criada. Mas que diz o pequenito jornalista, de cueiros quando Salazar partiu, de tão formidável obra que é a sua e a de Salazar? Afirma sobre Salazar o seguinte:
- Salazar preocupava-se com o galinheiro! Como é possível preocupar-se com o galinheiro se o país tinha problemas? Como posso ir dar comer às galinhas e encher-lhe a pia de água quando o miúdo está com febre?
- Salazar preocupava-se com as colheitas na sua terra. Como é possível ter esta preocupação pelo bem estar e sucesso dos seus conterrâneos com o país que tinha? Isto é "fássismo" em estado puro!
- O salário da criada não lhe era colocado nas mãos de adolescente! Ia directamente para o Banco! Isto era "fássismo" a sério: hoje nem se sonha com isso. Saídas a toda a hora não havia! Incrível.
- Depois era o sítio onde caiu o Presidente do Conselho: varanda, corredor, biblioteca? Mistério.
Rosas? Sim! Mas no túmulo em Santa Comba. Uns anões não fazem sombra: antes pelo contrário.
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Pôr-se ao fresco
No rescaldo da entrevista de ontem, Teixeira dos Santos é hoje reciclado como salvador da queda em bancarrota e ainda uma vítima do PEC IV não ter sido aprovado após o retumbante sucesso dos PEC anteriores.
Mas Teixeira dos Santos preparava o seu PEC IV e, como disse, estava preparado para partir logo de seguida à aprovação do orçamento para não assistir ao retumbante sucesso do mesmo ou seja quase 80 biliões de ajuda em três anos. Coisa pouca que nem a minha impressora laser a trabalhar a 24h/dia conseguiria acompanhar.
Pelo resto que se passou até ao momento de pedido de resgate percebemos a cambada de garotos, garotices e garotadas que nos foram fazendo. Muitos ainda gozam o pagode nas TVs.
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Desesperar o sindicalismo ideológico
... hoje, dia de greve nacional, trabalharei mais duas horas que o habitual.
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Inversamente proporcional
... a relevância e o valor moral de uma manifestação pública é inversamente proporcional à cobertura jornalística que lhe é dada.
O Martírio de Nicolas Bernard-Busse às mãos do Robespierre Hollande
Como ha informado LA GACETA, el joven Nicolas Bernard-Busse fue condenado a cuatro meses de arresto, dos de prisión firme, e inmediatamente internado en la cárcel de Fleury-Mérogis, uno de los mayores centros penitenciarios de Europa. Ayer la novedad era que Nicolas había sido trasladado a una celda de aislamiento. ¿Por qué? Según la versión oficial, “por su propia seguridad”.
Las condiciones en la celda de aislamiento son particularmente severas: no hay posibilidad de hablar con los familiares, sólo su abogado puede visitarle, el reo se encuentra separado de las zonas comunes por una docena de puertas vigiladas y la comida se le sirve a través de una trampilla.
Lo que sí puede recibir el joven es correo postal. Y de hecho, son centenares las cartas de apoyo que Nicolas recibe a diario. Porque el joven Bernard-Busse, primer preso político del movimiento ciudadano contra la ley Taubira, se ha convertido en un mártir a ojos de millones de franceses. Su dirección postal es esta:
M. Nicolas Bernard Buss.
404 247 // D-4.
M.A de Fleury.
7, avenue des peupliers.
91 700 Fleury-Merogis.
La situación de Nicolas es objetivamente tan absurda, y la pena tan desproporcionada, que el asunto ha levantado un tenso debate en Francia, y ello a pesar de que la mayoría mediática ha intentado condenar el caso al silencio. El pasado domingo, en las concentraciones de apoyo a Nicolas, el cofundador de Reporteros sin Fronteras, Robert Ménard, se preguntaba: “¿A cuántos sindicalistas de la CGT se ha metido en prisión por negarse a hacer una prueba de ADN, como ha sido el caso de Nicolas?”. Evidentemente, a ninguno.
M. Nicolas Bernard Buss.
404 247 // D-4.
M.A de Fleury.
7, avenue des peupliers.
91 700 Fleury-Merogis.
La situación de Nicolas es objetivamente tan absurda, y la pena tan desproporcionada, que el asunto ha levantado un tenso debate en Francia, y ello a pesar de que la mayoría mediática ha intentado condenar el caso al silencio. El pasado domingo, en las concentraciones de apoyo a Nicolas, el cofundador de Reporteros sin Fronteras, Robert Ménard, se preguntaba: “¿A cuántos sindicalistas de la CGT se ha metido en prisión por negarse a hacer una prueba de ADN, como ha sido el caso de Nicolas?”. Evidentemente, a ninguno.
Nem os criminosos de Guerra são tratados assim em Haia. Isto parece uma intimidação cruel usando as tácticas comunistas de Castro que nem à Cruz Vermelha permite a entrada nas prisões cubanas. Pobre França, pobre Europa ... a Liberdade, a Lei e a Justiça estão sequestradas neste continente.
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junho 26, 2013
Miserável .... um inimigo da humanidade
... um ignorante e hipócrita de fio a pavio este feijão.
Jimmy Carter compara a la Iglesia Católica con Al Qaeda y los talibanes en su trato a la mujer
PS: Este malandro que, graças a uma completa incompetência política, instalou no Irão um regime nazi com pretensões atómicas onde enforcam homossexuais, cortam dedos, apedrejam e vergastam mulheres etc, fazem apartheid entre homens e mulheres nas Mesquitas, onde mulher é considerada e tratada como um animal ("Tabari IX: trata a mulher como um animal doméstico") etc vem dar lições à Igreja Católica onde homem e mulher rezam lado a lado nos mesmos espaços e tem as mesmas obrigações e deveres de respeito mútuo.
junho 23, 2013
TVI ... a estação 112 do regime bancarrota
Relatório das PPPs sobre as estradas ameaça despistar a agenda secreta da TVI. Judite entrevista Teixeira dos Santos já na Quarta-Feira.
O Brasil sob a lupa de Olavo de Carvalho
Ao longo de todo esse tempo, ia crescendo a insatisfação popular com um partido que fomentava abertamente o banditismo assassino, cultivava a intimidade obscena com terroristas e narcotraficantes, tomava terras de produtores honestos para dá-las à militância apadrinhada e estéril, estrangulava a indústria mediante impostos, demolia a educação nacional ao ponto de fazer dela uma piada sinistra e, last not least, expandia a corrupção até consagrá-la como método usual de governo. Milhões de brasileiros frustrados, humilhados, viam claramente o abismo em que o país ia mergulhando. Essa massa de insatisfeitos, como o demonstravam as pesquisas, era acentuadamente cristã e conservadora. Em 2006 escrevi: “Com ou sem nome, a direita é 70 por cento dos brasileiros. Um programa político ostensivamente conservador teria portanto sucesso eleitoral garantido.” Mas, com obstinação suicida, a “direita” se recusava a assumir sua missão de porta-voz da maioria. Apostava tudo nas virtudes alquímicas da autocastração ideológica. “Um pouco mais adiante -- escrevi na mesma ocasião -- , ela agravou mais ainda a sua situação, quando, após a revelação dos crimes do PT, perdeu a oportunidade de denunciar toda a trama comunista do Foro de São Paulo e, por covardia e comodismo, se limitou a críticas moralistas genéricas e sem conteúdo ideológico.”
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E tanto tempo se passou, tão grande foi o vazio que de recuo em recuo essa direita foi abrindo, que a própria esquerda acabou notando a necessidade de preenchê-lo, mesmo ao preço de sacrificar uma parte de si própria e, como sempre acontece nas revoluções, cortar as cabeças da primeira leva de revolucionários para encerrar a fase de “transição” e saltar para as rupturas decisivas, as decisões sem retorno. Há mais de um ano o Foro de São Paulo vinha planejando esse salto, contando, para isso, com os recursos do próprio governo somados aos da elite globalista fomentadora de “primaveras”.
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E tanto tempo se passou, tão grande foi o vazio que de recuo em recuo essa direita foi abrindo, que a própria esquerda acabou notando a necessidade de preenchê-lo, mesmo ao preço de sacrificar uma parte de si própria e, como sempre acontece nas revoluções, cortar as cabeças da primeira leva de revolucionários para encerrar a fase de “transição” e saltar para as rupturas decisivas, as decisões sem retorno. Há mais de um ano o Foro de São Paulo vinha planejando esse salto, contando, para isso, com os recursos do próprio governo somados aos da elite globalista fomentadora de “primaveras”.
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