Morreu assassinada, como tantas outras, num 7 de Outubro de uma ferocidade islâmica indescritível. O seu corpo só pôde ser identificado através de exames de ADN.
E, no entanto, a bandeira dos seus assassinos é hoje desfilada ao lado daqueles que, no Ocidente, transformaram o ódio e o antissemitismo em causas políticas e morais.
Chegámos ao ponto em que até o mal encontra quem o justifique, quem o relativize e quem o celebre. Talvez esse seja o sinal mais perturbador de um Ocidente espiritualmente exausto — quando não já espiritualmente morto.

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