O tempo é muito lento para os que esperam; Muito rápido para os que tem medo; Muito longo para os que lamentam; Muito curto para os que festejam; Mas, para os que amam, o tempo é eterno. Shakespeare
novembro 02, 2026
Turbinar a canalha
A escalada da canalha: Coquetéis Molotov, artefactos explosivos, garrafas e sprays tornaram-se agora instrumentos de luta pacífica.
A arrogância da canalha: Exigem falar com o Presidente da Câmara onde e quando lhes apetece. Os votos dos munícipes servem apenas para serem espezinhados.
O arrivismo da canalha: Insistem em desobedecer e recusam-se a acatar as ordens da polícia.
A violência da canalha: Um transeunte civil, identificado por alguém como polícia, foi perseguido e quase linchado por estes “amorosos e pacíficos” activistas.
O cariz anti-democrático da canalha: Querem substituir a Assembleia da República por assembleias populares.
Os protectores da canalha: Advogados de ricos viram-se contra a polícia.
Os jornalistas entusiasmados com a canalha: Processam a polícia por não os deixarem “trabalhar”, apesar de a própria canalha ter limitado a sua actividade. Na sua retórica a Polícia não intervem... faz cargas.
Os deputados da Nação: Apoiam a desobediência da canalha e humilham a Polícia.
Os gozadores com a canalha: Pedro Nuno Santos e uma inenarrável secretária de Estado de nome Marina Gonçalves — os mesmos que dinamitaram o mercado da habitação e de arrendamento — juntam-se agora à canalha.
Os juízes ao lado da canalha: Um problema crónico nestas sociedades ditas democráticas. Assinam por baixo todas as tropelias da esquerda: campismo selvagem é proibido e campismo de selvagem é permitido.
O Presidente: Sem os coisos no sítio e muita falta de coragem, faz vista grossa à canalha e humilha a Polícia. Um Guterres na Presidência.
Assistimos ao impossível: a Polícia, além de desautorizada, é agredida com garrafas, pedras, tintas, insultos e gestos obscenos. A comunicação social não vê, o presidente não vê, os juízes ... igual. O Estado perdeu a autoridade e nós pasmámos. Vamos pagar no futuro.
O jornalismo? Um desastre. Sobrevive com as esmolas de Bruxelas e outros agitadores. A esquerda, quando perde o poder, incendeia a rua e parte numa orgia de destruição de bens, instituições, sossego público e violência.
E se fosse gente de Direita a fazer tudo o que vamos vendo?