Quem diz que a imigração descontrolada não traz mais criminalidade está a mentir. Os dados desmentem.
O tempo é muito lento para os que esperam; Muito rápido para os que tem medo; Muito longo para os que lamentam; Muito curto para os que festejam; Mas, para os que amam, o tempo é eterno. Shakespeare
Quem diz que a imigração descontrolada não traz mais criminalidade está a mentir. Os dados desmentem.
Se o PP estivesse a governar Espanha, haveria revolta, acosso e violência em Madrid depois de um acidente ferroviário desta envergadura.
O atentado terrorista de Madrid, que provocou a derrota de Aznar, nunca foi devidamente investigado. O único condenado — um islâmico que bebia álcool e comia carne de porco — aponta claramente para um atentado encomendado.
Oscar Puente, o ministro dos Transportes (e um grunho malcriado em grau máximo), ainda não se demitiu. O acidente anterior continua por esclarecer e, entretanto, o governo espanhol prefere financiar com centenas de milhões de euros os caminhos de ferro de países inimigos de Espanha. O serviço de Cercanías em Madrid está uma desgraça. Mas o homem continua.
Não vai demorar a atribuírem o acidente a Israel, a uma das empresas privadas que exploram o TGV ou ao maquinista.
... que produzia pessoas com valores. Agora é só bebedos, trans, drogados, tatuados, fascistas, nazis, antissemitas, noitívagos, anilhados, pintados, malcriados, sujos e desocupados — alérgicos ao trabalho e 'malandros como umas casas', como dizia a minha avó.
Na Venezuela, Maduro estava a perder as eleições. Do nada prolongaram a votação e, com uma entrada massiva de votos no prolongamento, ganhou.
No Brasil, Bolsonaro estava à frente e acabou por perder no prolongamento.
Estas máquinas têm vida própria.
Americanos "fugiram" para a Europa quando Trump foi eleito. Agoram regressam... isto por aqui é bem pior.
Tantos artistas, comentadores e comichosos que fugiram do X e afinal não aguentaram e já estão a regressar.
Pagava para ver os jornalistas darem voz aos lojistas cujas lojas foram pilhadas, aos proprietários de carros incendiados, aos donos de imóveis vandalizados e às pessoas agredidas por estes grunhos que deambulam pelas ruas a libertar os maus instintos que a esquerda e os islamo-nazis lhes excitam.
Mas o jornalismo tornou-se uma comédia. Já nem o nome “jornalismo” é respeitável. Apenas Trump os trata como merecem.
Macron, deixa de dizer asneiras (atentado de Trappes). As vítimas são cristãos e estão por todo o lado.
Estas mortes vão ser ignoradas pela comunicação social, sempre ocupada a massajar os grunhos e desordeiros das manifs.
...todo o racismo e a xenofobia da esquerda. Basta esfregar um pouco e a ferocidade aparece.
Exame atento dos acontecimentos actuais relacionados com Fulton Sheen (mesmo depois de morto).
No Reino Unido os predadores de meninas continuam à solta! Nos EUA, Harvey Weinstein, que se aproveitou de umas tontas adultas que queriam subir na carreira a qualquer preço, está a cumprir pena.
Toda a gente tem direito ao terror à porta de casa… mesmo que não o queira.
Mas continuem a enterrar dinheiro para produzir energia e vendê-la a preço nulo ou negativo.
Procuro tenda de campismo topologia P3 (3 almas). Aceito segunda mão, desde que não cheire a suor de ativista frustrado, não tenha manchas de cerveja de decadentes noitadas burguesas, nódoas de gordura de McDonald’s nem o perfume doce e hipócrita de charros capitalistas. Preferência absoluta por modelos com hall de entrada — espaço digno para assembleias familiares e debates sobre a sombra do fascismo, a conspiração sionista e o ímpeto criminoso dos vistos gold e dos fundos abutre.
Compro ainda por atacado: soqueiras para enfrentar cangurus na Austrália, spray lacrimogéneo e bastões para dissuadir ursos na Roménia, e um conjunto discreto de artefactos explosivos e facas longas e afiadas para impor respeito ao resto da fauna que tenha a ousadia de me importunar.
Pago por MB Way ou negoceio lista secreta do património imobiliário de políticos de esquerda, do PCP e do Ricardo Robles. Sem negociações sentimentais mas com amor à causa! Qual causa? Não sei … ando à procura como o Diógenes.
… está a destruir a França. Pilhagens, fogo posto, destruição de património histórico, vandalismo, saques… uma coleção que faz inveja aos vândalos.
Milhares de pequenos comerciantes viram os seus negócios reduzidos a cinzas. Centenas de pessoas perdem os empregos, veem os carros destruídos, temem pela sua família e pelos seus bens.
O motim é coordenado: há cabecilhas a dirigir milimetricamente as acções. Uma falha dos serviços secretos ou deliberada intenção.
Em Marselha todos os estabelecimentos de judeus foram destroçados, os dos muçulmanos poupados. Foi a noite de cristal de uma Europa doente que a UE engendrou.
O Islão veio para submeter, conquistar e destruir a Europa. Os imãs pregam nas mesquitas, o ódio é transmitido nas madrassas, milhares de meninas são obrigadas a casar em tenra idade, a mutilação genital feminina é frequente, as mulheres não andam à vontade na rua, os judeus são perseguidos, os cristãos são perseguidos, os professores decapitados, os jornalistas metralhados, as prisões estão cheias de imigrantes de origem muçulmana.
A tudo fecham os olhos… a todos os denunciantes, a força da censura do sistema.
A França é uma comédia trágica.
As pessoas precisam de acreditar que merecem a ordem, ou a democracia termina e aparece alguém com juízo a pôr a ordem a que temos direito.
Não parece! Estes bandidos comunas-fascistas, drogados, sujos, preguiçosos e arruaceiros só precisam que se lhes aplique a lei. Querem sobrepor-se às instituições da República e fazer o que bem entendem, borrifando-se para as leis, para o respeito ao cidadão que trabalha e para a saúde pública dos espaços.
Polícia para cima deles… sem piedade!
É o clima habitual dos jornalistas e comentadores pagos pela UE, por Soros ou por outros da mesma laia: vivem a documentar a arruaça. A invasão do Capitólio, essa sim, foi reprovável. Esta, com destruição de propriedade pública e privada, saques e ataques, é de louvar.
As perguntas feitas a esta fauna arruaceira são sempre superficiais. E que tal perguntar a estes “activistas”:
a) Quanto custa construir um apartamento T2?
b) Qual o preço da renda necessário para obter um retorno do capital em 12 a 15 anos?
c) Quanto se paga de IMI por um apartamento deste tipo?
d) Sendo proprietários, estariam dispostos a não receber renda durante anos de inquilinos incumpridores?
e) Sendo proprietários, acham justo ver o seu imóvel destruído por inquilinos selvagens e não poderem (ou ser inútil) recorrer à Justiça para serem indemnizados?
f) Sendo proprietários, e sabendo que os dois casos anteriores podem não ter solução em tempo útil, o que fariam:
Lá também há senhorios com imensa vontade de arrendar. O Sr. Sánchez, esse hipócrita que vem de um partido de hipócritas, faz vista grossa e cavalga cavalo alheio.
Curioso: nos oito anos da geringonça de Costa, com 1,5 milhões de imigrantes e legislação que matou a vontade dos senhorios de arrendar (basta lembrar a desastrada Marina Gonçalves), não se viu uma única manifestação.
Impressionante a ignorância dos manifestantes sobre habitação. Não fazem ideia do que se gasta para construir: projetos, licenças, taxas e exigências ridículas (rede de TV e internet em toda a casa, energias renováveis, certificações…), IMI, taxas Mortágua. Depois querem rendas de graça e ainda acham que arrendar é um filão. Entrem vocês no negócio, já que é tão rentável.
Andar de cachecóis “palestinianos”, vestir camisolas do Che (recomendo uma visita à habitação em Cuba), cantar a Grândola, fazer assembleias populares e o resto do folclore esquerdalho PREC… duvido que isso resolva algum problema.
Olhando para os penteados, piercings, roupa, cortes de cabelo, o perfume a axilas e a fumo, o vocabulário e a “originalidade” de muita desta fauna, fica claro o tipo de vida que cultivam.
O jornalismo anda em transe e excitado. Depois de um discurso de apelo à violência de um brasileiro (o que faz ele aqui?), logo correram a ilibar os manifestantes.
A manifestação descambou? Foram "infiltrações de extrema direita".
Desproporcional, a Polícia? Que experimentem a da RDA, quando os operários das siderúrgicas se manifestavam.
Há um problema, não há? Foi um problema criado pela geringonça e vai demorar a resolver. Antes de mais, é preciso oferecer segurança a quem tem imóveis, aligeirar a regulamentação, reduzir o infame IMI e baixar os impostos nas transações imobiliárias.
Acham que estamos mal? Olhem que não!
São sempre o NYT, WP e a BBC.
O New York Times cobriu os Processos de Moscovo sem conseguir — ou sem querer — desmascarar a farsa judicial de Estaline.
Gareth Jones teve a coragem de denunciar ao Ocidente a fome devastadora que assolava a Ucrânia em 1932-1933, o Holodomor, provocado pelo regime soviético. Walter Duranty, correspondente do New York Times em Moscovo e vencedor do Prémio Pulitzer, descredibilizou as suas denúncias, negando a dimensão da tragédia e contribuindo para silenciar a realidade que o mundo devia conhecer.
Jones acabaria por morrer assassinado em 1935, em circunstâncias que apontam para o envolvimento dos serviços secretos soviéticos, o NKVD.
Logo é um negócio chorudo .. não podia ser outra coisa!
Entretanto, a rede elétrica espanhola continua a andar na corda bamba, entre os «prodígios» das energias renováveis e a incompetência da girl colocada pelo PSOE à frente do setor. O resultado? A indústria eletrointensiva vê-se frequentemente obrigada a interromper a laboração para evitar apagões.
A Alemanha parece perdida no seu próprio labirinto. A celebração da vitória do Die Linke em Berlim, ao som de música árabe e em aliança com grupos islâmicos, mostra como é fácil desprezar a liberdade quando se vive nela e ignorar as lições do passado recente.
… de se avaliar a saúde mental das pessoas trans e de se recorrer a terapias alternativas. Estamos perante uma doença cultural bastante daninha.
A narrativa do vitimismo não se sustenta… muito pelo contrário. Um caso isolado? Infelizmente há muitos mais, e alguns horripilantes.
Morreu assassinada, como tantas outras, num 7 de Outubro de uma ferocidade islâmica indescritível. O seu corpo só pôde ser identificado através de exames de ADN.
E, no entanto, a bandeira dos seus assassinos é hoje desfilada ao lado daqueles que, no Ocidente, transformaram o ódio e o antissemitismo em causas políticas e morais.
Chegámos ao ponto em que até o mal encontra quem o justifique, quem o relativize e quem o celebre. Talvez esse seja o sinal mais perturbador de um Ocidente espiritualmente exausto — quando não já espiritualmente morto.
