setembro 05, 2014

As fartas têtas PDVSA e PetroBrás onde mamam os comunistas sul americanos

Sabemos que a PDVSA é o grande sustento da boliburguesia chavista e o soro vital da gerontocracia castrista que os ajuda a manter o poder. Neste momento a PDVSA está falida e já importa gasolina da Argélia!

Seria a PetroBrás um caso diferente se o regime é muito parecido? Não!

A terrorista Dilma está em apuros e ... que apuros! O Brasil está a saque PTista.




Mas antes o arranjinho da terrorista (e amiga terrorista montonera Kirchner que vai sujeitando a Argentina à fome controlada, tal qual o Maduro passarinho faz na Venezuela: todos bons alunos do magnata e assassino Fidel e  do seu irmão bastardo) já fazia fitas:

Chesterton

Ne bouge pas, ne bouge pas ... Valerie

... Hollande, estás bem lixado! Pular a cerca pode ser perigoso!

PS: A Valerie concentrava, naquele corpinho de boneca bem aparelhado, tudo o que a esquerda "comunicativa" social poderia desejar: jornalista, intelectual, muito dada a causas sociais e activista feminista. Era quase perfeita... só lhe faltava um cão de água português e uma tez um pouco mais morena.

A dor de corno é tramada: não poupa qualquer criatura e, praticamente desde a execução de Jaques de Molay, os casos assumem dimensões de uma maldição que afecta a coroa republicana francesa.

setembro 04, 2014

Nonô ...

... amo-te.

Beijinhos e até um dia

RTP: o muro das lamentações do comunismo frustrado

Federico Jimenez Losantos é muito directo: a TVE é uma máquina de roubar os contribuintes. Os sindicatos é que mandam quem pode ou não dar a sua opinião nesta máquina. A RTP não o fará por menos e faz render o "anti-fássismo" muito além do Fairy, especialmente noite fora.

Vai para uns dias apareceu a Sra Maria do Carmo Vieira. Até disse umas coisas acertadas e, lamentando o estado a que o Ensino em Portugal, quase deixava escapar qualquer coisa de elogioso nesta área ao tempo da outra Sra. Arrepiou caminho a tempo e lá colocou os galões da luta anti-fassista para parecer mais modernaça.

Ontem então foi um festival entre a RTP-1 e RTP-2: parecia feito na Soeiro Pereira Gomes ou na festa do Avante.

  • Num canal era o José Mário Branco, lutador comunista e logo "anti-fássista" por natureza. Cantarolou os horrores do cárcere da DGS e disse ter graves problemas com o sono desde que por lá passou. Passou, saiu e ganhou com isso. Na prisão devia decerto pensar que a STASI, a KGB e outras amadas eram fofinhas com quem lhe caía nas mãos. Não se terá lembrado sequer ainda de Soljnetsyn, nem Armando Valladares nem de outros e alguns deixaram o corpo por não acreditarem em Utopias. Decerto não teve também lembrança das torturas reportadas no Relatório publicado em 1976: Comissão de Averiguação de Violências sobre Presos Sujeitos às Autoridades (podia ser de Tortura mas ficou mais "suave"). Pode ler-se, entre outras carícias comunistas, o que os camaradas de partido executaram em 1975:
  1. 23 - Houve muitos casos de maus tratos físicos exercidos  sobre presos, que se traduziram em espancamentos, por vezes praticados por vários agressores actuando simultaneamente;
  2. 27 - Elementos civis, por vezes armados e pertencentes a organizações partidárias (PCP e UDP), prenderam ou colaboraram na prisão de numerosas pessoas;

  • Noutro canal era a Odete Santos e um Polícia. A Odete está pior: bem mais pastelão que o costume e em beleza não ganhou nada (nem interior nem exterior). Arruinou o programa com maluquices e chochices, queixou-se da austeridade (que lhe passa ao lado) e ainda de um elemento da plebe que lhe tentou socializar e redistribuir alguns bens. No meio disto tudo quem se portou muito bem, e salvou o programa, foram os cães da Polícia: elegância, respeito, inteligência, independência, carácter e espírito de missão.

Do Meco, passando pelos voos da Terceira e aterrando na realidade nua e crua

setembro 03, 2014

O estranho caso de Rotherham

Um gangue islâmico, culturalmente enriquecedor, com fragilidades em entender o corão (embora o recitem de memória e frequentassem as mesquitas) imitou o seu profeta. Raptaram, violaram sucessivamente (muitas vezes em grupo), venderam, humilharam e seviciaram crianças brancas em Inglaterra.  Os factos vinham sendo denunciados há muitos anos ... muitos, muitos anos. Os tribunais, a polícia e as autoridades que deviam proteger as crianças fizeram vista grossa e ouvidos de mercador. 

As autoridades inglesas, que fizeram deslocar a Portugal a Scotland Yard várias vezes pelo caso da Madie, que apoquentaram um casal emigrantes portugueses por causa de uma falsa denuncia, que despedem funcionários por não terem servido carne halal, que vieram ameaçar o Estado Português por ter tomado conta de uma criança inglesa parida e abandonada em Portugal, que retirou crianças a um casal por este estar filiado no UKIP nada fez por 1400 crianças em Inglaterra. 

As 1400 (and counting) crianças foram abandonadas à sua sorte pelo facto dos criminosos serem islâmicos e as autoridades temerem actuar por eventuais acusações de racismo. O direito à liberdade, à dignidade e à justiça já não é universal: depende da religião ou raça das vítimas. A isto chama-se .. racismo. A democracia inglesa é efectivamente racista, a polícia cobarde e a justiça incapaz. Tem dois pesos e duas medidas e o fenómeno foi bem descrito pelo blogue AmigodeIsrael: insanidade.

O caso, que nos nossos órgãos de comunicação social passou envergonhado pois não envolve padre católico, continua a ser discutido em Inglaterra embora ocultando os criminosos debaixo do chapéu de "asiáticos". A comissão de investigação, criada quando já não era possível ocultar mais os factos, investiga em causa própria. As demissões foram poucas, as desculpas muitas e vai tudo ficar na mesma, ou melhor: as crianças serão mais tarde ou mais cedo culpadas e os agressores serão vítimas indefesas de um país que não entende a sua cultura.

Outros meios de comunicação perseguem ainda (dois anos depois) uma mãe inteligente e precavida que pediu um táxi, conduzido por um não asiático, para levar a filha a casa. A senhora acabou despedida: a democracia inglesa impede um consumidor de escolher quem lhe presta um serviço (no aeroporto de Gotemburgo podemos escolher o táxi que queremos).

Mas o caso desta mãe é um bom indicador das tensões que se desenvolvem e fracturam a sociedade inglesa:
  • Os indianos (asiáticos também) estão furiosos: são injustamente associados a criminosos, embora o índice de criminalidade nesta comunidade seja residual comparativamente à comunidade islâmica;
  • Os ingleses deixam de ter confiança na comunidade islâmica, evitam a convivência e a contratação dos seus serviços pois a justiça não os protegerá;
  • Qualquer integração -quase impossível dado o carácter totalitário e supremacista do islamismo- é uma miragem e leva à criação de comunidades paralelas e aumento da conflitualidade.
O destino é uma guerra civil ... e vai ser muito feia.

De perder a cabeça ...

Ri-te, ri-te ... palhaço
...mais um jornalista perde a cabeça às mãos dos magarefes islâmicos. Tenho pena pelos pais: um tremendo sofrimento ver o filho sofrer tal sorte. Infelizmente a criatura estava entusiasmada pelas delícias da irmandade muçulmana, a qual promovia sem qualquer espírito crítico.  O jovem foi sendo embalado pela taqqya e ... acaba assim.

Deve ter sido um mal entendido ... espero que alguns jornalistas portugueses, amantes da causa, não hesitem em fazer reportagens por lá: está na moda.

O mártir já mudou de significado para eles, jornalistas: é o que morre a tentar matar por ódio aos outros. O casamento ganhou glamour: basta o casalinho ser da linha de Cascais, islâmico e partir para a jihad. Nada como ir dar uma vista de olhos!

.... é assim, um país irreformável

A TAP parece ser agora, como faz notar o blog oxiclista, afectada por um sindrome: o sindrome do incidente, sempre que se fala em privatização. A matemática é simples: número de incidentes misteriosos multiplicados por três canais de TV multiplicados por três telejornais diários multiplicados por muitos dias e assume a dimensão de uma praga de gafanhotos.

Dimensão semelhante assumem os resultados da reforma judicial: pelos vistos a única deste governo. Não há criatura que não seja afectada pela reforma judicial: ou os processos não estão arrumados, ou os processos vão ser perdidos, ou o cidadão perdeu direito à justiça, ou não há salas, ou é o fim de vilas e aldeias, ou não há pessoal, ou as obras não estão terminadas, ou não há transportes, ou o citius não funciona, ou ... raios os partam.