Além da ausência do Menino Jesus e do Natal -substituído por o redutor Boas Festas- a época prima pelas prendas, compras, pais natal, desfiles de pais-natal, entrevistas a pai natal, as renas, as receitas antigas e modernas de bolo-rei e filhoses, lançamentos de CD e livros, solidariedade a cada canto para tudo e mais alguma coisa, arredondamentos, espectáculos, peditórios, entrevistas, jantares, bacalhau, etc, etc.
Um vício que não se perdeu é marcar greves para os dias exactos em que as pessoas pretendem viajar: a solidariedade falha muito nesta área.
Na comunicação social lá voltaram as referências a Lampedusa mas nenhumas aos atentados que vitimaram dezenas de cristãos celebrando, no Iraque, a chegada de Jesus menino.
O tempo é muito lento para os que esperam; Muito rápido para os que tem medo; Muito longo para os que lamentam; Muito curto para os que festejam; Mas, para os que amam, o tempo é eterno. Shakespeare
Mostrar mensagens com a etiqueta Comunicação Social. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Comunicação Social. Mostrar todas as mensagens
dezembro 25, 2013
setembro 29, 2012
Precisamente o que tenho questionado
O enviesamento esmagador dos órgãos de comunicação social pela esquerda é um problema sério do que resta da democracia actual.
Uma enorme atracção para tolerar actos terroristas, desculpar os agressores, promover agendas homossexuais, relativizar o acesso à liberdade, tratar casos iguais com flagrantes bitolas diferentes, promover o aborto e a homossexualidade, passar toda a merda cinematográfica e da novelística lusa e alheia em sessões diárias anos a fio, demonizar quem não pensa como e com o main-stream, divulgar qualquer porno-chachada, levar aos píncaros qualquer bestialidade sem pés nem cabeça, idolatrar manifestantes em "luta contra", ocultar factos, emperrar no empurrão de um segurança e calar a pedrada na cabeça, noticiar suavemente a brutalidade, acompanhar qualquer aglomeração de inúteis é o pão nosso de cada dia.
Análise dos problemas, ideias, discussão de soluções ... zero! Nada. Tudo conduzido com uma irrepreensível superficialidade: predomínio do cartaz, do insulto, das tarjas, das marchas, das aglomerações, dos palpites de um cidadão embrutecido por eles mesmos, de uma turba sindical que vive do parasitismo pago com impostos, dos politólogos, entrevistas aos escandalosos e aos que sempre viveram da nação e não para a nação, dos mais recentes afundadores da nação, do protagonismo tolo de feministas e em geral de toda a idiotice e garotice das varejeiras que a decadência moral trouxe.
Não vejo futuro!
Análise dos problemas, ideias, discussão de soluções ... zero! Nada. Tudo conduzido com uma irrepreensível superficialidade: predomínio do cartaz, do insulto, das tarjas, das marchas, das aglomerações, dos palpites de um cidadão embrutecido por eles mesmos, de uma turba sindical que vive do parasitismo pago com impostos, dos politólogos, entrevistas aos escandalosos e aos que sempre viveram da nação e não para a nação, dos mais recentes afundadores da nação, do protagonismo tolo de feministas e em geral de toda a idiotice e garotice das varejeiras que a decadência moral trouxe.
Não vejo futuro!
Etiquetas:
Comunicação Social,
Democracia,
Marxismo
setembro 21, 2012
A Democracia sob Sequestro
A Democracia é um sistema político em que se é eleito para governar, as promessas quebram-se (quando não se quebra é muito mau sinal quase sempre), e no fim da governação vai-se a eleições.
Contudo quando o governo é menos à esquerda é o que temos visto. Uma completa subversão da democracia:
- São comissões de utentes a azucrinar os utentes;
- São manifestações em tudo quanto é sítio por tudo e por nada;
- São "indignações" a cada momento;
- São "desabafos";
- São povos unidos e grandolas a cada canto com apitos a acompanhar;
- São "bater"es com a porta;
- São assediadores de secretários de Estado e Ministros insultados a cada saída;
- São assediadores ao PM e família mesmo em férias;
- São "trabalhadores" em defesa de RTPs, serviços públicos, etc;
- São premiados que sempre "defenderam o trabalhador" (tirada original) e recusam qualquer coisa;
- São vigílias de trogloditas (sem filhos para ajudar, sem jantar para fazer e com carro ou transporte para voltar à noite)
- São "dezenas de pessoas" à espera de ...;
É cortar mas:
- Isto não que retira o direito ao transporte público;
- A RTP não pois tem uma relação de afectividade com o povinho;
- Aqui não que é uma referência Nacional;
- Ali não porque é a Educação;
- Esta Fundação não: presta muitos serviços à Nação
- Na cultura não: um povo sem cultura não é nada
- Autarquias não pois a populaça está habituada
- Reformados? Isso não!
A informação -Rádios, TVs, Jornais- é o que se vê: bruta, inculta, epidérmica e sectária. Atira-se igualmente, em espírito de matilha canzoada, com a populaça.
- Aparece onde estão reunidos dois ou três;
- Encontra sempre unanimidade de opiniões;
- Entrevista especialistas do contra;
- Procura o tipo que perseguia mas que agora diz o que eles gostam;
- Encontra efeitos laterais a 360º: mais criminalidade, mais falências, mais aspirinas consumidas, mais antidepressivos, mais cheirinho a chichi na esquina;
- Tenta encontrar "recuos" e "crises";
- São politólogos a aparecer como os caracóis à noite;
- São analistas políticos a cada canto;
- São "debates" cada um mais inútil que o anterior;
- São comentadores da treta;
- É um chinfrineira da abertura ao fim do Telejornal;
- São especialistas em TSU, incógnitos até ao momento, a debitar os mesmos resultados que lhes convêm de modelos que no dia anterior não existiam.
É uma Democracia do faz de conta: Não se debate; Não se procuram as causas; Não se fazem as contas; Não se discutem as alternativas. É uma superficialidade de lés-a-lés e a comunicação social, cujo dever é informar e ser imparcial, é simplesmente abjecta.
São corridas infantis ao protagonismo de uma imensa Casa dos Segredos que é Portugal.
Estou cansado! Que saudades da Ordem, do Respeito, da Justiça, da Segurança na Rua, da ética .... de antanho. Que tragédia nos trouxeram.
São corridas infantis ao protagonismo de uma imensa Casa dos Segredos que é Portugal.
Estou cansado! Que saudades da Ordem, do Respeito, da Justiça, da Segurança na Rua, da ética .... de antanho. Que tragédia nos trouxeram.
Etiquetas:
Comunicação Social,
Crise,
manifestações
dezembro 27, 2009
Fábrica de Crispações
Ontem no Jornal da Manhã da RTP-1 lá estava o comentador permanente e avençado Rui qualquer-coisa. Segundo ele o Povo é sociológicamente de esquerda (não sei onde foi buscar isto e do que serve), está esperançado na não eleição de Cavaco (que ainda não se candidatou) e arguto como uma doninha detecta crispação política como nunca se tinha visto (pasme-se) em Portugal.O Qualquer-coisa tem acima de tudo falta de memória ou memória selectiva pois não é do tempo em que Mário Soares apadrinhou desacatos na Ponte 25 de Abril organizados por traficantes. Ou esquece ainda quando Mário Soares andava pelo país a visitar o pior para "lixar aquele gajo" ou ainda Sampaio com "a sua vida para além do deficit" que teve morte prematura na boca do presidente chorão com o Governo seguinte.
Mas afinal o clima de crispação é fácil de criar. Basta o grande líder acordar e dizer.
- Olha, vai ser porreiro pá. Hoje vamos criar crispação. Telefonas ao Ricardo "japonês" para mandar umas bojardas e tu ligas à RTP-1,2, SIC e TVI para aparecerem a ouvir a crispação. Depois metes como reforço o que apanhou pancada no Norte.
Aparecem as TVs, por mero acaso no sítio certo, à hora certa e depois os jornais do regime publicam um ou dois artigos para elevar a crispação ao céu a partir das primeiras páginas.
- Oh, pá. Ainda não foi porreiro! Ligas ao Pinto para fazer outra crispação. Eu passo logo a seguir a fazer de conta que não é nada e com ar de anjinho do Presépio.
E lá vem a RTP-1,2, SIC, TVI bem secundados por jornalistas ansiosos por promoção e comandados por marcelinos a ouvir o Pinto (que não chegará frango e menos a galo) que se apresenta engravatado como um senhor. No dia seguinte os subvencionados JN, CM e Público publicam de novo na 1ªs páginas uma ou duas frases destes fiéis. No fim deste circo, cerco virtual e Tsunami informativo mono-comandado os incautos até acham que existe crispação.
Nada tenho contra a liberdade de expressão de comentadores deste calibre mas, caramba, os partidos que eles servem que lhes paguem. Todo o português paga muitos euros para sustentar este inútil órgão de propaganda e muitos provavelmente até perderam o emprego este ano.
Acabe-se com a RTP: é uma sangria de dinheiros públicos e não presta qualquer serviço público que valha uns cêntimos.
Imagem importada da net
Etiquetas:
Comunicação Social,
Crispação,
RTP
dezembro 11, 2009
Gente que vale a pena
Uma Sra já reformada e de olhos doces faz beneficência. Recebe dádivas de roupas usadas, repara-as, lava-as e coloca-as numa de várias prateleiras. Entrega sem cobrar nada a quem, em grande necessidade e se calhar com vergonha, a procura . Isto são pessoas que valem a pena.
A Sra na recepção é pobre mas remediada. Diz-me um sonoro e sorridente bom dia quando entro, pergunta-me pelos miúdos, sabe quem já chegou ou não, comenta o tempo que faz e vai fazer. Eu pago-lhe na mesma moeda. Trabalha quase 8horas seguidas: leva uma marmita de onde, entre várias interrupções, tira uma garfada às escondidas. Isto são pessoas que valem a pena.
Eles entram no DIAP, ladeados de caríssimos advogados, directamente de carros de elevada cilindrada com condutor particular, são mirados por inúmeras máquinas fotográficas, câmaras de alta definição e alvo de avidez de esforçados jornalistas durante dias seguidos. À noite vão às entrevistas de desagravo de uma RTP que custa dezenas de euros por ano a cada contribuinte. Isto são pessoas que não valem a pena.
A Sra na recepção é pobre mas remediada. Diz-me um sonoro e sorridente bom dia quando entro, pergunta-me pelos miúdos, sabe quem já chegou ou não, comenta o tempo que faz e vai fazer. Eu pago-lhe na mesma moeda. Trabalha quase 8horas seguidas: leva uma marmita de onde, entre várias interrupções, tira uma garfada às escondidas. Isto são pessoas que valem a pena.
Eles entram no DIAP, ladeados de caríssimos advogados, directamente de carros de elevada cilindrada com condutor particular, são mirados por inúmeras máquinas fotográficas, câmaras de alta definição e alvo de avidez de esforçados jornalistas durante dias seguidos. À noite vão às entrevistas de desagravo de uma RTP que custa dezenas de euros por ano a cada contribuinte. Isto são pessoas que não valem a pena.
Etiquetas:
Comunicação Social,
Corrupção,
RTP
Subscrever:
Mensagens (Atom)