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janeiro 08, 2021

Democratas americanos: os doutrinadores do ódio e das manifestações contra as instituições

 

Democrats Were For Riots Before They Were Against Them

Why is broken glass on Capitol Hill so much more precious than the broken glass in Kenosha?

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Uma nova era vai começar: pode ser adiada um mandato ou dois. O "progressismo" está a agonizar: a fraude eleitoral foi um sinal de desespero. Um senil corrupto, que nunca fez nada na vida a não ser politica suja e racista, tem uma mancha impossível de tirar: quase 50% dos americanos sabe que houve fraude eleitoral apesar de 95% dos media dizerem que não e ocultarem os crimes dos Biden.

janeiro 18, 2014

Tento perceber ....

... as pessoas que querem dar crianças para adopção a emparelhamentos homossexuais (do mesmo sexo claro) são as mesmas que tremem de raiva, indignação e ameaçam com cortes de apoio às Escolas que pretendem acabar com as turmas mistas durante os primeiros anos de escolaridade em que os alunos passam em média umas 15 horas por semana?

Hum ... dá-me a sensação que isto tem pouco a ver com o bem estar da criança, com direitos humanos, com direitos adquiridos e é apenas mais um degrau na balbúrdia social que por aí impera e empurra o país para uma espiral (gosto tanto da espiral: a sensação de infinito e de zero ao mesmo tempo) no inverno demográfico. Isto é apenas mais um instrumento gramsciano.

julho 19, 2013

Selvajaria do progressismo que engole os vestígios de Humanidade

Abortos no Novo México. A indiferença,  risos, crueldade, a descontracção e a ligeireza com que se abate um ser humano com 27 semanas. Hitler e Estaline usariam estes exemplos para justificar as matanças que cometeram.

Isto enquanto uma batalhão de jornalistas espera semanas pelo nascimento de um bebé que terá berço de ouro. Chamam a isto igualdade, liberdade de escolha, dignidade, direitos, saúde reprodutiva, etc!


novembro 10, 2012

Boomerang: a extraordinária Rashid Dati

Nos tempos que correm de progresso civilizacional, moral e de valores que conduziu a mulher a uma notável igualdade acontecem coisas interessantes. O sexo tornou-se uma actividade prazenteira e, embora sempre cheio de protecções físicas ou químicas, por vezes  acontece a chatice da concepção. Este facto infelizmente relembra que certas partes do corpo não são só para jogar à roleta russa com as doenças e nada como o "aqui mando eu" para findar um aborrecimento disfarçando-o de "interrupção".

Apesar da "informação", da "educação sexual", das "consultas de planeamento" e dos "esclarecimentos" a tal saúde "reprodutiva" significa quase sempre o aborto gratuito e muito seguro à custa do contribuinte seguro. O homem, mesmo que envolvido emocionalmente, nada pode fazer: ele "não ali manda nada" apesar do seu património genético ser de 50%.  Não mandando nada o homem, e sendo apenas mais um numa série de "relações", as consequências são óbvias quando uma concepção segue o seu caminho: o alheamento e a total indiferença. Merecido?

Os argumentos são óbvios:
  • Era só uma bebedeira e um bocado bem passado;
  • Não pretendia nenhum filho;
  • Não sei se sou o pai nem pedi para ser pai;
  • Tinhas a pílula e não a usaste;
  • Se fizeste isso comigo fizeste com outros;
  • Disseste que não havia problema.
Por isso é patético o pedido que a ex-ministra da Justiça francesa faz à Justiça gaulesa  para obrigar um dos 8 homens com quem terá dormido a um teste de paternidade. Afinal que ganharia o feliz contemplado?   Ver o filho de vez em quando, uma carga mensal imposta sobre a sua carteira por um "aqui também mando eu" e um filho que não queria e que ninguém lhe pediu para gerar?

Há sempre o reverso da medalha.

outubro 08, 2010

Blood Money: A Indústria "progressista" da Morte

Em Portugal nascem por ano cerca de 50000, em Espanha mais de 150000, nos Estados Unidos são…. Refiro-me a raparigas.

Este é um potencial mercado muito importante… inesgotável. Mais … se estas raparigas consumirem uma, duas, três vezes antes de terem a maturidade suficiente para perceber que afinal nada obtêm em troca e foram vítimas de um logro, o negócio é um sucesso. Refiro-me ao Negócio do Aborto.
Como ter sucesso neste Negócio?
  • Criar clientes o mais cedo possível com uma cadeia montada de colaboracionistas políticos.
  • Bombardear pela comunicação social (novelas, revistas, etc), ao abrigo da “Liberdade de Expressão”, o tema do sexo e colocá-lo ao nível de uma necessidade fisiológica;
  • Como a liberdade de expressão é o anterior cenário e pode levar os jovens a experimentar, sem ter a maturidade e os valores necessários, há que “informar” de preferência na Escola Pública e Universal;
  • Como aos jovens informados lhe faltam ainda os meios económicos dão-se consultas à revelia dos pais e ainda equipamentos para evitar a gravidez convencendo-os que precisam deles ou do acto que os torna necessários;
  • Como a informação é sempre insuficiente ou ninguém está livre de uma bebedeira, uma pílula esquecida, um preservativo defeituoso há que oferecer o aborto;
  • O aborto é legitimado pelo “aqui mando eu”, “direito à escolha”, "liberdade para decidir" e outros argumentos que não levam em conta senão os interesses de uma das partes;
  • Como o aborto era caro e só para os ricos nada como ser gratuito que o Povo paga;
  • Destruir a família para os jovens não terem apoio espiritual nem transmissão de valores de forma personalizada;
  • A última fase é afastar os jovens dos pais de forma a continuarem nas mãos destes insaciáveis mercadores da morte. A lei do Aborto em Espanha prevê que raparigas de 16 anos, impedidas de comer bolos na Escola, possam abortar sem os pais saberem. Os resultados estão à vista.

O filme abaixo, Blood Money, vai ser exibido em Espanha apesar das muitas resistências encontradas. Nos EUA também aconteceu às mãos dos advogados das clínicas abortistas. O filme relata este esquema infernal do aborto, das cumplicidades no negócio e o sofrimento que acarreta.


Curiosamente o Ministério da Cultura não coincide com o Ministério da Igualdade da Bibiana Aido (um mistério da Biologia que derivou de um feto não humano vindo a tornar-se de novo humana ou quase) no direito à informação. O filme foi classificado para maiores de 18 anos e assim as jovens de 16 anos não podem vê-lo mesmo que tenham saído da Clínica abortista sem os pais saberem.



No meio de tudo isto o Conselho da Europa esteve quase viabilizar uma lei para limitar o direito da objecção de consciência dos médicos cujo dever é tratar doenças e aliviar sofrimento sem o prejuízo de outrem. A votação foi quase tangencial. Mas o preço do desprezo total pela vida nascente –que é menor que aquele que temos pelos restos do almoço- é demolidor a montante e a jusante.

fevereiro 08, 2010

Costa Rica na Senda do Progresso

Lula está neste momento a derramar lágrimas de raiva ou a abraçar uma garrafa.

Laura Chinchila, uma verdadeira progressista, mulher de cultura e acção, trocou as voltas ao Foro de São Paulo e foi eleita para a Presidência na Costa Rica.

Promete ainda combater o crime organizado em volta do tráfico de droga: um negócio que une Lula e seus afilhados na América Latina.

Bom trabalho Laura.

julho 19, 2009

Dizem por aí os progressistas do século XXI


... que a história da Branca de Neve é racista.

Obama vai determinar que a História seja a partir de agora reeditada com a Branca de Neve ainda branca mas o príncipe será preto. Quanto aos anões 3 serão brancos, 3 têm que ser pretos e o outro vai ser assim-assim. Dois serão homossexuais com fortes instintos paternais e vontade de adoptar.

A PETA vai proibir a história do Flautista de Hamelin e exige queijo Gruyère vitalício para os sobreviventes .

julho 04, 2009

Tempos Estranhos

Vivemos tempos estranhos e de vocabulário estranho. Tempos em que nem as crianças são poupadas e cada vez menos lhes dão tempo para serem crianças. Os grandes conquistadores executavam todos os adultos mas poupavam aqueles cuja altura não excedesse o eixo de uma carroça. Agora nem isso.

Maddie desapareceu e, ou por falta de arte da polícia ou se calhar excesso da mesma na "nobre" arte de influenciar, não voltou a aparecer e a quem a fez desaparecer não aparece.

Em Espanha o caso de uma miúda de 5 anos, a Mariluz, que apareceu afogada deu que falar. Foi assassinada por um pedófilo o qual, após esta resistir com a força do seu corpito aos intentos bárbaros do personagem que nem ela sabia bem interpretar mas que terá achado anormais, a atirou viva para a água e o crime acabou encoberto pela família.

Os autos da Justiça agora contêm uma acusação “Santiago del Valle, por el delito de asesinato y contra la libertad sexual”. O que me preocupa agora é precisamente esta linguagem moderna: “contra la libertad sexual”. Porquê usá-lo? Trata-se apenas de uma criança que apenas distinguia meninos e meninas e este conceito nada lhe diria A liberdade exige capacidade de distinguir e de agir. Trata-se apenas de uma criança por amor de Deus! Que aconteceria se ela tivesse 12 anos e fosse atraída com qualquer promessa de bens materiais a troco de favores sexuais?

Há palavras no moderno vocabulário social que a coberto de progressismos, liberdades e modernidades são alçapões disfarçados onde os mais fracos e indefesos podem ser presa fácil do predador e da Justiça.