maio 09, 2013

Negociar sim .... mas apenas a rendição

Infelizmente o governo colombiano pós-Álvaro Uribe tem sido demasiado brando com os narco-traficantes, assassinos e terroristas comunistas das FARC. Dispôs-se a negociar mas já se sabe que nada se consegue de positivo negociando com comunistas: apenas mais guerra e sofrimento. Sabemos o que se passou na Guerra Civil russa e espanhola. As armas têm que combater o terrorismo.

Hoje uma boa notícia para o "processo de paz": Leonidas Zambrano Cardozo, conhecido por "Caliche" foi abatido com o respectivo proxeneta e mais outras 6 feras humanas das FARC.

Negociar sim ... mas apenas a rendição incondicional... e sempre sob uma crescente e implacável pressão militar.

maio 08, 2013

El marxismo en las guerras civiles europeas


Si las revoluciones y guerras civiles han sido muy frecuentes en la historia y en las culturas más diversas, con la modernidad han tomado un carácter por así decir más sistemático. Ello se debe a unas ideologías generadoras de brillantes (o desmesuradas) expectativas sociales y que han ocupado muchas veces una especie de función religiosa al revés. Pues si las religiones tienden a la aceptación y al apaciguamiento social, estas ideologías generan una profunda insatisfacción y sentimientos de rebeldía, al suscitar tales expectativas, basadas en concepciones de la sociedad y de la historia más o menos discutibles o abiertamente falsas. Impulsos aparecidos con la revolución francesa y que alcanzaron en el marxismo su formulación más exigente y a su modo racional. El marxismo, como señaló Lenin, es una doctrina para la guerra civil.
La mayoría de los libros de historia prestan poca atención a esta cualidad de las ideologías, dando por hecho que el lector sabe lo suficiente de ellas, lo que no suele ocurrir. Quizá el libro de Payne habría ganado con una exposición que permitiera entender de antemano qué es el marxismo o el fascismo, incluso el liberalismo, o al menos cómo los considera el autor. Porque, además, los enfoques de esas ideas varían mucho de un autor a otro. El laberinto español de Gerald Brenan, por ejemplo, fue en su tiempo muy apreciado por su exposición de las corrientes políticas dentro de la II República. La explicación era superficial y a mi juicio errónea, pero el método no podía ser más adecuado como intento de explicar los conflictos de la época. Eso me llevó a tratarlos de otra manera en mi libro El derrumbe de la República, en capítulos sobre el anarquismo, el falangismo, el marxismo, el republicanismo, el conservadurismo o los separatismos.
Como quiera que sea, el marxismo se convirtió, a partir de la Revolución bolchevique, en un factor muy influyente, incluso el más influyente, en los conflictos europeos (y de otros continentes), por dos razones al menos: porque la experiencia rusa parecía demostrar que el socialismo totalitario pregonado como panacea por las corrientes utópicas del siglo XIX y anteriores, podía triunfar en la práctica. Y podía funcionar, aun si a un coste elevado, achacado a la hostilidad de las potencias reaccionarias. Y en segundo lugar porque generaba revoluciones de reacción, por así llamarlas siguiendo a De Maistre. Aunque cabe especular sobre si los fascismos y regímenes autoritarios de la época pueden entenderse como reacciones al comunismo o como impulsos sociopolíticos independientes, o en qué grado serían una cosa y otra.
En La Europa revolucionaria, esas ideologías vienen a ser enfocadas no desde sus concepciones generales y propuestas, sino desde sus efectos, especialmente la violencia y las masacres de población civil. Pero no hay ideología, incluyendo la demoliberal, que no tenga en su haber considerables matanzas, y cabría discutir si ellas definen el valor real de las ideologías o por el contrario deben considerarse un coste lamentable pero inevitable en la construcción de un mundo mejor. Y hasta podría dar lugar a otro debate filosófico sobre el valor de la vida humana como criterio histórico y, más aún, qué se entiende por tal valor y quién lo definiría.
Hay otro punto que señalaré aquí, sin entrar a discutirlo: ¿qué decir de movimientos como el concretado en el “mayo francés” del 68? ¿Se los puede considerar una revolución? Desde luego no han dado lugar a guerras civiles, aunque sí a graves disturbios; pero ha sido realmente profunda su impronta –muy posiblemente nefasta– sobre actitudes sociales y políticas posteriores.

Pio Moa

Gatinho escondido

A história do deputado conservador a contas com uma acusação de abuso sexual tem muito que se lhe diga. Não percebi muito bem a idade dos "dois homens" à data dos factos que lhe imputam. O deputado parece, além de fraquinho de valores para servir a promessa de Cameron de recuperar a moral no UK, um fraquito de carnadura. "Os homens" não teriam físico para lhes dar umas bofetadas bem aplicadas detendo os "grandes avanços civilizacionais" do deputado que "se assumiu"?

Homossexualismo e pedofilia estão de tal modo entrelaçados que é difícil, até no plano dos conceitos, separar um do outro. A própria palavra pederastia (“prática sexual entre um homem e um rapaz mais jovem”), também passou a significar, por extensão de sentido, a “homossexualidade masculina”[1]. Uma associação de pedófilos chamada NAMBLA (“North American Man/Boy Love Association” – Associação norte-americana de amor homem/menino) afirma que “a pederastia é a principal forma que adquiriu a homossexualidade masculina por toda a civilização ocidental”[2]. Fundada em 1978, por muito tempo a NAMBLA pertenceu à ILGA – Associação Internacional de Gays e Lésbicas – também esta fundada no mesmo ano. Em 1993 a ILGA alcançou o “status” de membro consultivo da ONU. A presença de um grupo explicitamente pró-pedofilia dentro da ILGA suscitou críticas quanto à presença desta última nas Nações Unidas. Por esse motivo, em 1994, a ILGA resolveu expulsar a NAMBLA de seus quadros[3]. A expulsão foi meramente estratégica, pois a ILGA sempre se opôs às “restrições de idade” para crianças e adolescentes praticarem atos sexuais com adultos.

A psicóloga Rozangela Justino, que desde 1988/89 vem atendendo pessoas que desejam deixar a homossexualidade, afirma categoricamente: “Todas as pessoas que atendi no consultório e também ouvi nos ministérios de apoio aos que voluntariamente desejam deixar a homossexualidade sofreram abuso sexual na infância e/ou adolescência”[4].

maio 07, 2013

Pequeno almoço

Nunca perco a esperança de ouvir qualquer coisa útil quando "cozinho" o café e dou uma escapadela para regar as minhas couves, cenouras e outros legumes. As galinhas também esperam pelos restos do jantar do dia anterior e ainda surpreendo uma ou outra caracoleta distraída.

A TVI virou umas pedras aqui e ali e descobriu no Rio de Janeiro uma "igreja inovadora": a igreja contemporânea. Uma igreja inclusiva, moderna, pra-frentex que acolhe homossexuais e outras coisas tais que não gostam da sugestão para procurar ajuda. Era uma alegria na "igreja" que se dedica a cantos e outras coisas feitas com as mãos no ar, em pé, todos apertadinhos e em grande espalhafato que decerto atraiu a modernidade da TVI.

Da Igreja gay para a Sala de aula dos anjinhos do 4º ano foi um pulinho sem jetlag. Um terror para os meninos com tanto amigo no Facebook, sexo nas novelas, doutrinação política nas escolas, experiência de greves, bullying e outras barbaridades. Os desconsolados, com chupetinha ao peito e fraldinha molhada, estão sujeitos a uma terrível opressão do sistema de ensino: vão a exame. Estavam ansiosos ou quase aterrorizados: ter que escrever com uma caneta preta, fazer exame com professores que não conhece, numa escola que não é a sua é um sadismo inconcebível que atormenta estes tenrinhos. Os pais desconsolados horrorizam-se com esta tortura às suas prendinhas que daí a mais 4 ou 5 anos já podem com bastante tolerância paternal, bater nos professores, incomodar funcionários, perseguir colegas, faltar às aulas, embebedar-se, andar na rua até às tantas e fumar umas ervas.

maio 05, 2013

Breve conversa

Foi breve mas deu para falarmos de quase tudo. Era lituano. Falámos do passado truculento do país dele:
- Foram primeiro os comunistas. Mataram um meu antepassado. Era nobre e por isso inimigo do Povo.

- Deportaram metade da nossa população.

- Depois vieram os nazis! Mataram o meu avô. Ele ajudava os judeus a fugirem e mataram-no por isso.

- Depois os russos de novo.

- Ninguém os quer de volta.

maio 04, 2013

Uma fatalidade

Os comunistas são gente desconfiada e com a mania que os querem sempre matar. Eles lá sabem o que os leva a carregar com denodo com esta psicose. Era Castro, era Chavez e agora é Maduro: diz que Uribe o quer matar. Maduro de facto não vale nada.

O regime já caiu de maduro: está em decomposição. A crescente violência contra deputados da oposição, ameaça de despedimentos de funcionários que militam em partidos da oposição mesmo violando a lei e ameaças a Capriles são o pão nosso de cada dia.

O regime está com medo!

maio 02, 2013

Lembrar o 2 de Maio

Depois da Liberdade, Igualdade e Fraternidade, milhares de guilhotinados, massacre dos pobres entre os mais pobres na Vendeia, a Revolução Francesa levou -qual comunismo e seus ideais- a morte, a fome, o roubo, o saque, a miséria e todo o tipo de tropelias republicanas à Europa. Um rei foi substituído por um imperador violento e servido por uma tropa violenta da qual lembramos a triste expressão: "vais para o Maneta".

Hoje lembrar o 2 de Maio em Madrid é dever de todos os que repudiam o totalitarismo e o seu reinado de terror.

Uma Europa bem manhosa

A UE bem que persegue tudo o que lhe cheire a cristianismo desde as notas às moedas da Eslovénia enquanto propaga as virtudes das minorias e as elege para impor e louvaminhar no "espaço europeu".

Contudo lança agora uma nota de 5 Euros com uma deusa.

Vai-te Satanás!

maio 01, 2013

1ª Maio

O dia do trabalhador na versão KGB- CGTP quer:
- Unidade sindical;
- Mandar o governo embora;
- Lamentar a reforma não dar para alimentar os filhos;
- Gritar contra o presidente;
- Uma lei para ajudar os necessitados;
- Baixar o custo de vida;
- Subir os salários;
- A luta continua;
- Governo para a rua;
- Cantar vilas morenas.

É fundamentalmente um grande dia para os sindicalistas que vivem de financiamento público num regime de ociosidade, bons restaurantes, viagens a Cuba, mentiras e venda de ilusões...
Cándido Méndez, 35 años viviendo del sindicato num desfile, mais um, em Madrid que foi outro fracasso.

A SIC anda entre Portugal e Espanha a culpar os governos que herdaram o desfalque socialista ibérico. A gritaria do costume: "luta", "rua", "esquerda", "direitos", "assim não pode ser".

Uma desgraça este sindicalismo e este jornalismo: duas "instituições" que promovem com afinco a mediocridade e a decadência.

Razões para a perseguição da Igreja católica

 Novas revelações dos arquivos da KGB sugerem que a “Teologia da Libertação” foi mais bem sucedida que nos sonhos mais ousados de Khrushchev.
...
Khrushchev nomeou “Teologia da Libertação” a nova religião criada pela KGB. A inclinação dela para a “libertação” foi herdada da KGB, que mais tarde criou a Organização para a “Libertação” da Palestina (OLP), o Exército de “Libertação” Nacional da Colômbia (ELN), e o Exército de “Libertação” Nacional da Bolívia. A Romênia era um país latino, e Khrushchev queria nossa “visão latina” sobre sua nova guerra de “libertação” religiosa. Ele também nos queria para enviar alguns padres que eram cooptadores ou agentes disfarçados para a América Latina – queria ver como “nós” poderíamos tornar palatável para aquela parte do mundo a sua nova Teologia da Libertação. Khrushchev obteve o nosso melhor esforço.
...
Em 1971, a KGB o enviou a Genebra (Suíça) como representante da Igreja Ortodoxa Russa no Conselho Mundial de Igrejas (CMI), a maior organização ecumênica internacional depois do Vaticano, que representa aproximadamente 550 milhões de cristãos de várias denominações em 120 países. ( N. do E.: O Conselho Mundial de Igrejas (CMI), desde que surgiu, representa apenas os inúmeros agentes da esquerda infiltrados em denominações cristãs diversas, que, com o apoio de milhares de idiotas úteis, endossam e fomentam, além do mais relativista e caótico liberalismo teológico, movimentos subversivos de toda espécie, incluindo aí terroristas, bem como toda a agenda do marxismo cultural: aborto, gayzismo, feminismo, etc.) O objetivo era usar sua posição no CMI para espalhar a doutrina da Teologia da Libertação – um movimento religioso marxista que nasceu na KGB – pela América Latina. Em 1975, a KGB infiltrou “MIKHAYLOV” no Comitê Central do CMI, e em 1989 a KGB o apontou como presidente de relações internacionais do patriarcado russo – posições que ele mantinha quando foi “eleito” patriarca. De fato, no seu discurso de posse ”MIKHAYLOV” anunciou que fundaria canais de televisão religiosos na Rússia que fariam transmissões internacionais.  

http://www.midiasemmascara.org/artigos/movimento-revolucionario/14089-a-cruzada-religiosa-do-kremlin.html

Percebemos as perseguições a que a Igreja está sujeita, as razões de a acharem conservadora e ainda as razões para esta não se poder abandalhar ao relativismo crescente no mundo.