A UE convida os Talibãs para Bruxelas.
Muito bem o Ministro Ben Gvir na calorosa recepção a mais um grupo de idiotas antissemitas e fãs de terroristas, desembarcados na última Flotilha de selfies.
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O tempo é muito lento para os que esperam; Muito rápido para os que tem medo; Muito longo para os que lamentam; Muito curto para os que festejam; Mas, para os que amam, o tempo é eterno. Shakespeare
A UE convida os Talibãs para Bruxelas.
Muito bem o Ministro Ben Gvir na calorosa recepção a mais um grupo de idiotas antissemitas e fãs de terroristas, desembarcados na última Flotilha de selfies.
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Bruselas pagó a ONG para impulsar el Pacto Verde
É coisa do extinto Jornal do Incrível: o PSD levar António Costa ao colo para a Europa (com benção de Judite de Sousa e camaradas do jornalismos ideológico) só um palerma como Montenegro pode aceitar. Não encontro qualidades, obra, valores, honestidade e qualquer pensamento coerente (a não ser o de promover a sua carreira) do dito Costa. Mas na EU cabe tudo.
Depois do PS romper com a "tradição" de o partido mais votado escolher o Presidente da Assembleia da República, das cenas da eleição do actual presidente da AR o PSD ainda encontra mais um motivo para, depois de fustigado copiosamente pelo PS, se autoflagelar a troco do Durão Barroso.
A esquerda radical e ultra-radical quase varrida do mapa. Infelizmente o BE e o bafiento PCP, umas relíquias da guerra fria ou primórdios do século 20.
Victor Orban resumiu todas as causas da esquerda patológica que já causam, no mínimo, repugnância: não, não, não e não.
Em Portugal o eleitor continua no caminho sado-masoquista. Depois de sermos fechados em casa como cães raivosos, de sermos processados caso viessemos à janela a pretexto de uma COVID cujos resultados acabaram mediocres ou maus em relação a outros países votamos PS e ex-ministra da (falta de) saúde. Depois do descalabro dos sistemas de saúde, da mortalidade, da corrupção sem freio votamos numa menina queque de Cascais que é uma nulidade.
The European Commission in recent years has been funding rabidly anti-Israel and anti-Semitic campaign groups. Parading under the banner-term of "NGOs," they have one concerted aim, which is to manipulate international opinion against Israel: Foreign government-funded subversion of a democracy.