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dezembro 03, 2017

Escravidão: Olavo de Carvalho curto e directo

Escravidão, história e o erro dos atuais líderes intelectuais negros

20 de novembro de 2017 - 19:20:21
Quando pela primeira vez um europeu comprou um escravo na África, já fazia um milénio que os habitantes daquele continente eram aprisionados, escravizados, vendidos e capados pelos muçulmanos, e dois milénios pelas próprias tribos e nações negras. Durante todo esse período, jamais se revoltaram em massa e não consta sequer que a ideia de abolir a escravatura tenha passado pelas cabeças, seja dos senhores, seja dos próprios escravos. Trazidos para o Ocidente, ao fim de dois ou três séculos estavam todos libertos e a noção mesma da escravidão condenada como crime hediondo. Não mostram nenhum ressentimento contra seus antigos escravizadores negros e muçulmanos, mas um ódio crescente contra os brancos ocidentais, e a ideia de exterminar por completo a raça branca começa a parecer bem razoável a muitos intelectuais e líderes negros na América.
Se não há algo de monstruosamente errado em tudo isso, não sei o que significa a palavra “errado”.

novembro 25, 2016

Diário Deformativo

Ontem um fofinho, muito presumivelmente muçulmano, atacou uma casa de repouso de missionários e degolou pelo menos uma senhora. Ainda a Polícia não tinha chegado já a comunicação social afirmava a pés junto que não era terrorismo pois o modus-operandi não era o mesmo (deve ter sido por as vítimas serem poucas), que era droga, que era criminalidade comum. O uso da faca é apenas arte da haut-cuisine francesa.

Entretanto os "refugiados", seis dos quais massacraram em Paris e outros estavam prontos a repetir  em breve depois de viver à custa do desgraçado europeu, violam crianças e nem sequer vão a julgamento. Quem se queixa da violência e intimidação que sofre às mãos destes invasores é perseguido pelas autoridades. A oferta de uma fatia de bacon é castigada com anos de prisão e uma violação grupal ou espancamento até à morte é encoberto. Um palavra depreciativa destas "culturas" é censurada mas o apelo à violência e ao assassínio pelos imãs europeus recebe um encolher de ombros.

Do outro lado do mediterrâneo o pro-ditador otomano Erdogan percebe a fraqueza desta Europa nas mãos de castas traidoras e vai exercendo chantagem e ameaçando. Agora pretende despejar 3 milhões de maometanos nas costas Sul da Europa. Ainda não está esquecido um passado em que o império otomano vinha buscar escravos à Europa, ainda não está esquecido o massacre genocida dos arménios e já nos confrontamos de novo com a barbárie islâmica otomana.