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dezembro 03, 2017

Escravidão: Olavo de Carvalho curto e directo

Escravidão, história e o erro dos atuais líderes intelectuais negros

20 de novembro de 2017 - 19:20:21
Quando pela primeira vez um europeu comprou um escravo na África, já fazia um milénio que os habitantes daquele continente eram aprisionados, escravizados, vendidos e capados pelos muçulmanos, e dois milénios pelas próprias tribos e nações negras. Durante todo esse período, jamais se revoltaram em massa e não consta sequer que a ideia de abolir a escravatura tenha passado pelas cabeças, seja dos senhores, seja dos próprios escravos. Trazidos para o Ocidente, ao fim de dois ou três séculos estavam todos libertos e a noção mesma da escravidão condenada como crime hediondo. Não mostram nenhum ressentimento contra seus antigos escravizadores negros e muçulmanos, mas um ódio crescente contra os brancos ocidentais, e a ideia de exterminar por completo a raça branca começa a parecer bem razoável a muitos intelectuais e líderes negros na América.
Se não há algo de monstruosamente errado em tudo isso, não sei o que significa a palavra “errado”.

setembro 01, 2013

Frescura



Barack Hussein Obama provou que um total desconhecido, com documentos falsos, pode chegar à presidência dos EUA, destruir a economia do país, estimular o ódio racial, dar armas de presente aos piores inimigos da nação e por fim arrastá-la a uma III Guerra Mundial, enquanto todo mundo no Parlamento, na grande mídia e no sistema judiciário continua com medinho se der chamado de racista se ousar levantar a questão da falsa identidade. Obama provou que o que move o mundo não é a cobiça, não é a ambição, não é o desejo de poder: é a frescura.

Olavo de Carvalho

novembro 02, 2012

Olavo de Carvalho e o Imbecil Colectivo

A situação que vivemos (económica, social e moral) é apenas uma consequência de caminhos traçados anteriormente onde as pessoas boas se abstiveram de actuar. Kinser, RoevsWade e Sanger , bem legitimados e enquadrados "cientificamente" por filósofos/sociólogos como Marcuse e Theodor Adorno, destruíram o tecido social ocidental e afundaram-no numa época de trevas que parece não ter fim pois as estruturas entretanto montadas são quase impossíveis de desmontar. 

Uma das razões foi a infiltração da Escola, da Universidade e dos média por uma série de imbecis que não pára de criar outros com fraca capacidade para observar a realidade e diagnosticar a doença que nos afecta. Olavo de Carvalho captura como ninguém este modus operandi,  as consequências na Educação e a confusão que sobre ela derramaram.

Até os anos 70, os brasileiros recebiam no primário e no ginásio uma educação normal, deficiente o quanto fosse. Só vinham a corromper-se quando chegavam à universidade e, em vez de uma abertura efetiva para o mundo da alta cultura, recebiam doses maciças de doutrinação comunista, oferecida sob o pretexto, àquela altura bastante verossímil, da luta pela restauração das liberdades democráticas. A pressão do ambiente, a imposição do vocabulário e o controle altamente seletivo dos temas e da bibliografia faziam com que a aquisição do status de brasileiro culto se identificasse, na mente de cada estudante, com a absorção do estilo esquerdista de pensar, de sentir e de ser – na verdade, nada mais que um conjunto de cacoetes mentais.
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O trabalho dos professores-doutrinadores era complementado pela grande mídia, que, então já amplamente dominada por ativistas e simpatizantes de esquerda, envolvia os intelectuais e artistas de sua preferência ideológica numa aura de prestígio sublime, ao mesmo tempo que jogava na lata de lixo do esquecimento os escritores e pensadores considerados inconvenientes, exceto quando podia explorá-los como exceções que por sua própria raridade e exotismo confirmavam a regra.

Criada e mantida pelas universidades, pelo movimento editorial e pela mídia impressa, a atmosfera de imbecilização ideológica era, por assim dizer, um produto de luxo, só acessível às classes média e alta, deixando intacta a massa popular.

A partir dos anos 80, a elite esquerdista tomou posse da educação pública, aí introduzindo o sistema de alfabetização “socioconstrutivista”, concebido por pedagogos esquerdistas como Emilia Ferrero, Lev Vigotsky e Paulo Freire para implantar na mente infantil as estruturas cognitivas aptas a preparar o desenvolvimento mais ou menos espontâneo de uma cosmovisão socialista, praticamente sem necessidade de “doutrinação” explícita.

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O socioconstrutivismo mistura a alfabetização com a aquisição de conteúdos, com a socialização e até com o exercício da reflexão crítica, tornando o processo enormemente complicado e, no caminho, negligenciando a aquisição das habilidades fonético-silábicas elementares sem as quais ninguém pode chegar a um domínio suficiente da linguagem.

fevereiro 22, 2011

As pequenas bases da grandeza das nações

" O que fez a grandeza da América não foi apenas uma economia de mercado livre, mas uma conjugação entre a moral Cristã e uma cultura de amor ao país e à família. Separada destas forças reguladoras a economia capitalista tornou-se uma máquina de auto-destruição que é o que estamos a observar” (Traduzido)
Olavo de Carvalho

setembro 22, 2010

"A Espiral do Silêncio"

A visita do papa e os ataques vis que sofreu em Inglaterra, o ataque constante aos direitos humanos nomeadamente pelo aborto, a adulação pública de figuras mediáticas condenadas por crimes graves, a perseguição e a estigmatização permanente a quem não pensa como manda a ordem instituída -imposta na forma de cerco pelas televisões, Jornais e Rádio-, a minoração de graves problemas que a sociedade enfrenta e ampliação exagerada e até distorcida e descontextualizada de pequenos factos são tudo motivos  que quase nos levam a desistir de lutar.

Mas a sociedade civil está viva e deve mover-se, incomodar, exigir justiça e escancarar a injustiça encapotada por manobras falaciosas disfarçadas de falsos "humanismo", "direito à escolha", "solidariedade", "liberdade" e outras.

Olavo de Carvalho sintetiza neste artigo (centrado na Igreja Católica) como nos vão cercando e como podemos resistir.
Lenin dizia que, quando você tirou do adversário a vontade de lutar, já venceu a briga. Mas, nas modernas condições de “guerra assimétrica”, controlar a opinião pública tornou-se mais decisivo do que alcançar vitórias no campo militar. A regra leninista converte-se portanto automaticamente na técnica da “espiral do silêncio”: agora trata-se de extinguir, na alma do inimigo, não só sua disposição guerreira, mas até sua vontade de argumentar em defesa própria, seu mero impulso de dizer umas tímidas palavrinhas contra o agressor.