maio 31, 2017

Desmontar o podemita que enriquece vendendo casas sociais

Alberto Garzon, podemita da juventude sem futuro com pai a beneficiar de cartões de crédito ilimitado de uma instituição bancária, dá mais uma martelada no dedo a propósito da greve dos taxistas espanhóis:


O incómodo esquerdista sobre o assassinato de Seth Rich

 Terá sido Seth Rich que libertou os E-mails da víbora: não os russos. Empurrar o caso para cima de Trump é uma bóia de salvação para distrair as atenções de uma morte encomendada e eficaz: 2 tiros na nuca e nada roubado.



Trazem a tirania com eles

Newcomers soon start demanding privileges. They ask for gender segregation at work and in educational institutions; they ask for faith schools (madrasas), and demand an end to any criticism of their extremist practices such as female genital mutilation (FGM), forced marriages, child marriages and inciting hatred for other religions. They call any criticism "Islamophobia". They seek to establish a parallel justice system such as sharia courts. They are also unlikely, on different pretexts, to support any anti-terror or anti-extremism programs. They seem to focus only on criticizing the policies of West.

Garzon ... o réu de toga e da justiça sectária

A RTP tentou lavar o Garzon e fazê-lo de vítima. Trouxe de novo à colação as "vítimas" de Franco -essencialmente milícias de Idalécio Prieto, Negrin, Azaña, Largo Caballero e da ditadura comunista-  tendo ele mandado abrir valas comuns destas vítimas. Contudo Garzon só mandou abrir valas comuns que poderia eventualmente atribuir a Franco: nunca nenhuma da Frente Popular. Garzon foi suspenso por ter violado de forma flagrante as regras de defesa de arguidos depois de deixaram cair incompreensivelmente outras violações flagrantes de deveres de magistrado.

E há muitas e muitas. A Frente Popular foi muito mais cruel que as forças de Franco especialmente contra civis de forma indiscriminada: bastava ir à Missa para ter uma sentença de morte. As crueldades da Frente Popular e dos mais de 100 000 mercenários estrangeiros que a serviram, juntamente com as forças de elite soviéticas, falam por si.

Garzon teve à sua mercê o mandante da matança de Paracuellos (milhares de homens, mulheres e crianças: quase todos civis): Santiago Carrilho. Carrilho morreu sem pagar pelos crimes que cometeu.

É só fazer as contas

Não passaram muitos anos mas a canalha aprendeu alguma coisa!

Quando Portugal ia resvalando inexoravelmente nos Ratings, rumo à bancarrota, as agências de rating eram desacreditadas, arrastadas na lama, eram as fontes de todas as conspirações contra as sumidades que tratavam das nossas finanças. As falhas e a inutilidade das ditas agências eram notícia todos os dias.

Ideias peregrinas, como criar agências de rating europeis mais submissas e paroquiais -se possível com lugares para louças, elisas e compagnons de route- era quase uma obrigação moral para castigar a incompetência das existentes.

Passaram os anos e ninguém criou as agências de rating fofinhas e camaradas. Agora a estratégia é derrotá-las pela insistência: dar prazos, fazer ultimatos, choradinhos e chantagens. A bênção das outrora não credíveis agências de rating são agora uma necessidade premente.

Sonambulismo

Caetano Veloso sofre da doença: acordou recentemente para descobrir o problema da corrupção no Brasil depois dos consulados (consoladores dos artistas e da cultura) de Lula e de Dilma.

As guerras todas juntas: Iraque, Síria, Afeganistão. Onde?

... numa escola de Malmo, Suécia.

maio 30, 2017

Má escolha

Numa das Conferências do Estoril falou-se de Justiça. Infelizmente convidaram uma pessoa pouquíssimo recomendável: o Juiz Baltazar Garzon. O juiz, conselheiro na América Latina de alguns governos pouco democratas,  foi inabilitado pelos seus pares em Espanha depois de grosseiros atentados à lei em casos que acompanhou, de dinheiro recebido e não declarado e de outras tropelias que o tornam mais um réu que um Juiz

O novo Obama

Enquanto a Márcia anda ocupada em Washington a investigar o Trump -dando detalhes com vários livros em retaguarda, sobre o Obama, Kennedy e outra trampa similar; literatura inútil mas que dá estilo à pouca substância da dita correspondente- a investigação à Fundação Clinton e os negócios com a Rússia desta fundação e a investigação à morte encomendada do dissidente democrata Seth Rich marcam passo.

Com Obama tudo era maravilhoso:
  • O Obama dançava como um Nureyev;
  • O Obama cantava como um Sinatra;
  • O Obama tinha piada e as pessoas riam-se antes de ele falar;
  • O Obama era um golfista imbatível;
  • As flatulências (peidos, se o leitor não tiver dicionário) do Obama eram sem par: a sonoridade cristalina, o perfume equilibrado entre frutas do bosque e flor de tília, a eficácia do metano para combater as alterações globais de tudo.
Foi-se o Obama e agora a imprensa vira-se para o Macron:
  • Macron bate o pé a Putin;
  • Macron desafia Trump com potente aperto de mão;
  • Macron é pragmático;
  • Macron já tem um eixo com a Alemanha.



maio 29, 2017

Sobre o tal islamofóbico

https://www.jihadwatch.org/2017/05/portland-killer-ranted-against-jews-christians-and-muslims-media-reported-him-as-islamophobe