janeiro 22, 2026

Cada atentado e cada abuso

 ... é sempre recompensado com mais proteção e mais tolerância aos prevaricadores.

O Primeiro-Ministro australiano intensificou a repressão contra aqueles que manifestam reservas ou oposição à imigração muçulmana. Em vez de reforçar a vigilância policial, controlar o fluxo de países com perfis de risco ou monitorizar focos de radicalismo onde se prega o ódio, o Estado opta por punir quem se indigna perante o crime. Tornou-se uma regra sombria: a cada novo atentado -depois de depositar umas flores, manifestar repúdio e algumas condolências automáticas-  sucede-se uma vaga de repressão sobre as vítimas e sobre quem ousa protestar contra as decisões políticas que transformaram as ruas do Ocidente numa 'roleta russa', onde se aposta a dignidade humana e, por vezes, a própria vida.

Em Amesterdão, uma experiência social dita 'inclusiva' obrigou 125 estudantes locais a coabitar com 125 imigrantes de países muçulmanos. Os relatos de violações, agressões, desacatos e intimidações constantes foram inicialmente silenciados; o pedido para encerrar este projeto foi indeferido e o terror persiste. Dizem que o projeto terminará em 2028, mas até lá, as vítimas continuam entregues à própria sorte.

Um raro estudo da Universidade de Lundt, que conseguiu escapar milagrosamente a filtros progressistas, conclui que 2/3 dos violadores condenados na Suécia são imigrantes ou filhos de imigrantes. Atendendo a percentagem de imigrantes no total da população e à origem desta imigração pode-se adivinhar uma terrível desproporcionalidade.  

Un grupo de 20 magrebíes y subsaharianos dan una paliza de muerte a una pareja de 16 y 18 años en Barcelona: la mujer sufre una fractura craneal

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