janeiro 20, 2026

Uma inciativa humanitária, por favor!

A Europa, tão justamente eufórica com o seu fervoroso apego ao Direito Internacional aquando da Crimeia, do Tibete e da Ucrânia, entrou subitamente em crise de nervos com a captura de um criminoso que, na qualidade de Presidente da Venezuela, massacrava um povo inteiro. Princípios, afinal, têm contexto.

Entretanto, há outra crise humanitária monumental: Cuba. Fome crónica, apagões permanentes, epidemias recorrentes e miséria estrutural — tudo a agravar-se. Esgotado o soro venezuelano há que encontrar novo hospedeiro para enriquecer a Nomenklatura.

O contingente cubano encontra-se em debandada desde que a sua tropa de elite, as “Vespas Negras” — anel de proteção de Maduro — foi convenientemente fumigada pela Delta Force. Coincidência curiosa: outro aspirante a Maduro, de nome Allende, também contava com guarda pessoal cubana. A diferença é que, dessa vez, o povo saiu à rua, foi ouvido e a tragédia venezuelana ficou pelo ensaio geral.

Trump ... atreve-te. 

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