março 26, 2026

Não fogem do perigo e da guerra

…os Mohameds andam à caça do pote de ouro dos tansos do Ocidente.

 

Ui...a Hungria

A Rússia queria simular um atentado contra Orban. O Ministro dos Negócios estrangeiros é um traidor. Chega deste circo: Orban defende o seu povo, mesmo tendo que engolir o sapo vivo que é Putin.

Mas:

A Hungria, por não querer o wokismo, o LGBTismo, a invasão e substituição da sua população com imigração descontrolada (ou seja a UE a governar o país) tem sido  perseguida.

A UE tentou derrubar o governo da Hungria com ajuda das organizações de Soros: Orban não pode perdoar nem esquecer uma UE totalitária.

Tempos improváveis

Como dizia alguém: um homem sábio e inteligente aprende cedo que dar a sua opinião pode incomodar os mentecaptos.

março 25, 2026

Clap, clap, clap ... a Helena Matos

"A manifestação tinha 500 pessoas. Quantos jornalistas lá estavam? Quantos? Nenhum!"

Brutal bofetada na comunicação social. 

Gozar com quem vive numa ditadura e na mais atroz miséria

Code Pink's Cuban Commie Vacation Hits a New Low: ativistas que vivem confortavelmente em democracias viajam para a ilha como se estivessem num safari ideológico, ou num parque temático, romantizando a Cuba dos anos 50 e 60.

Distribuem bolachas aos desgraçados para fazer a festa como um transeunte distribui milho aos pombos.

Mais barbárie com marca esquerdista e afins

 ‘Hope Not Hate’ anti-racism campaigner exposed as paedophile

 O carrasco de bebés e mulheres morreu na prisão: entrou tarde e pagou pouco pelos crimes. Mais um financiador do Partido Democrata.

Portugal ... por maus motivos .

março 17, 2026

Os emplastros

A CGTP não perde uma oportunidade para o ridículo. A reforma laboral não tinha ponta por onde se lhe pegasse; recusou discuti-la e afastou-se. Agora faz de vítima.

Também não se percebe de onde surgem as chamadas comissões de utentes: que história têm, que estatutos as regem, quem as financia? Aparecem do nada e, de repente, conquistam atenção televisiva imediata.

A julgar pela comentadoria que infesta as televisões como piolhos no couro cabeludo, talvez fosse uma boa altura para aparecerem não três Salazares, mas três Hitlers e mais três Estalines — passariam incólumes perante estas sumidades.

Não se percebe por que razão Sócrates diz procurar advogado. Com a lábia, o desplante, o descaramento, a imaginação e até as alucinações da criatura, defender-se-ia sozinho sem gastar um tostão dos dinheiros da depauperada mãe.

O desfile de vaidades fúteis dos Óscares prometia indignação pelo tratamento que o Irão dá às mulheres e ao seu povo; afinal, o problema era Gaza. Esperava-se um “não” à guerra na Ucrânia — mas também não foi isso. Esperava-se qualquer coisa; saiu a habitual banalidade. O futuro parece ser a mesma espiral decadente para onde a esquerda empurrou Hollywood.

 

Pouca cabecinha mas ainda há estúpidos por aí

A Rússia financiou generosamente o movimento “ambientalista” na Europa: pintaram de verde velhos vermelhos — mas vermelhos continuam a ser vermelhos.

Impuseram a obsessão das energias renováveis a qualquer custo: já foram gastos centenas de milhares de milhões.

Os resultados estão à vista: energia mais cara, maior dependência externa, desindustrialização, risco de apagões e até danos ambientais.

Mesmo depois desta contabilidade perversa, ainda há quem continue com as energias renováveis na boca e o coração no lugar do cérebro.

março 12, 2026

A UE oscila entre uma comédia permanente e várias tragédias

Nada de surpreendente: quando a liderança pertence a alguém que, como ministra da Defesa, deixou tantas dúvidas, o resultado dificilmente poderia ser diferente. E o que esperar da União Europeia quando o Presidente do Conselho Europeu é o Sr. Costa?

A Europa deixou-se capturar por um ambientalismo radical que chegou ao poder através de ministros do Ambiente. Fecharam centrais nucleares e a carvão, cobriram paisagens com torres eólicas, desmataram para instalar fotovoltaicas e bloquearam barragens — tudo em nome de uma transição energética mal planeada.

Acreditou-se também que o comércio garantiria a paz eterna: “quando as mercadorias atravessam fronteiras, os soldados não atravessam”. A realidade mostrou o contrário. A Rússia invadiu a Ucrânia e a Europa ficou exposta a uma crise energética.

Entretanto, enquanto a Europa se impõe sacrifícios, a China continua a construir centrais a carvãolonge dos discursos e longe das ilusões que dominam o debate europeu. No meio desta política energética, um vencedor claro: a indústria chinesa de painéis fotovoltaicos, financiada indiretamente pelos subsídios europeus.

Ainda poderiamos falar da indústria automóvel, da defesa europeia, da agricultura, da hostilidade com os Estados Unidos (que deixaram na Europa 200 000 jovens para deter a dupla Hitler e Estaline), da invasão islâmica apresentada como migrações, mas .... nem vale a pena.

Financiar pessoas com problemas do foro mental

 ... dá nisto.

março 05, 2026

O Diabo que carregue os Ayatollahs e restantes viajantes de tempo com 1400 anos

 ... e a restante esquerdalha do clube de Isabel Moreira, do PCP, do BE, de parte do PS e da generalidade da comentadoria televisiva e não só.

Para estes animais, que tomaram conta de um povo e o trata como lixo, qualquer castigo é curto. O ódio ao ocidente está mais claro que a água potável. Israel é o canário na mina, nós somos a mina.

A Europa já tem a Sharia no UK e a pressão para a admitir é generalizada. Orban tem razão ... o perigo está dentro da Europa.

A guerra com o Irão

 ... é Israel e Trump que a fazem. Contudo a culpa recai nos infames Obama e no senil Biden que fecharam os olhos ao regime iraniano e até o financiaram como fruto da chantagem dos miseráveis Ayatollas. Confiar num regime islâmico, cujo "profeta" fundador violou todos os 10 mandamentos, é de gente estúpida, ignorante ou ambas.

Mais tarde ou mais cedo o apaziguamento ou a submissão pagam-se com língua de palmo.

À esquerda europeia, o Irão faz notar, que sobram causas, mas falta coerência. Direitos das mulheres, feminismo, liberdade religiosa, homossexualidade  e causas LGBT servem de arma de arremesso contra as democracias onde vivem confortavelmente. Curiosamente, quando se trata de regimes comunistas ou islâmicos — aliados de conveniência da esquerda e tiranias brutais —, as exigências desaparecem e a crítica dá lugar ao silêncio cúmplice.