outubro 04, 2009

Dureza de corações

Sobre a possibilidade de um homem repudiar a sua esposa, escudado nas leis de Moisés, Jesus afirmou que essa lei tinha por base a rudeza do coração dos homens no tempo de Moisés.

Numa revista “social” aparece uma lésbica grávida –que contraste e que contradições não tem isto- e uma frase “o meu filho nunca conhecerá o pai”. Que será isto senão uma rudeza de corações! O ser humano sabe como se gera outro ser humano e sabe que o seu património genético é único e tem duas contribuições em partes iguais. Esconder-lhe um progenitor é negar-lhe um direito fundamental: o direito de ser humano e à família.

Numa revista da National Geographic li um interessante artigo sobre os índios na América do Norte: Canadá. As tribos conviviam com uma reduzida conflitualidade. A razão era que os jovens tinham que casar com alguém das tribos vizinhas. A cadeia de relações criada -em que qualquer pessoa tinha um irmão, tio, pais, avô, sobrinhos, netos, etc- era sempre uma boa razão para evitar o conflito.


Estes “novos” tipos de família, que propagam por aí como de progresso, são fontes de enormes contradições e estão em conflito com a natureza humana e a paz.

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