Passa pela Igreja num tempo em que querem à viva força que a Igreja legitime todas as condutas imorais e ofensivas da dignidade da pessoa humana. Passa pela Igreja num tempo em que se contam números e não valores. Fica a coragem de um discurso límpido e sereno. Ficamos nós com a responsabilidade de sermos uns Viktor Frankl numa sociedade à deriva: segurar qualquer coisa de intemporal que seja uma bóia lançada por Ratzinger neste turbilhão medonho que nos rodeia e nos confunde.
