agosto 07, 2015

O ódio da Frente Popular na Guerra Civil Espanhola

A asquerosa alcaide Madrid (do Podemos), de nome Carmena, começou uma cheka ao nome das ruas de Madrid: rua que tivesse nome de pessoa ou acontecimento vagamente relacionado com o franquismo ou que lembre atrocidades da Frente Popular viu as placas retiradas e substituídas por outras. Além de se rodear de imbecis que fazem piadas com judeus assassinados pelo nazismo, com crianças violadas e com assaltantes de capelas, a senhora ex-juíza decidiu premiar okupas cuja tarefa cultural é beber cerveja.

O nome de uma das ruas recorda o Martírio das Irmãs Concepcionistas. Eram 14 e nunca tinham pegado em armas: dedicavam-se à beneficência e oração. 
Expulsas do convento foram acolhidas por um casal de crentes e mais tarde denunciadas pela bufaria que é denominador comum do comunismo.
Passaram a ser incomodadas todos os dias com ameaças para abjurarem. Não conseguiram e passaram aos espancamentos. Como não resultou passaram à tortura, à privação de água nos meses mais quentes do ano e à privação de roupa no Inverno. Finalmente foram levadas para os arredores de Madrid e fuziladas. Uma das irmãs era idosa e estava em cadeira de rodas.

Outras duas foram acolhidas por um casal mas prontamente "bufadas". Foram fuziladas dois dias depois. 

As restantes provinham de Escalona e sofreram o mesmo tratamento que as anteriores.

O nome das irmãs:
Petra Peirós Benito, Clotilde Campos Urdiales, Isabel Lacaba Andía, Asunción Monedero, Manuela Prensa Cano, Balbina Rodríguez Higuera, Beatriz García Villa, Ascensión Rodríguez Higuera, Juana Ochotorena Arniz, Basilia Díaz Recio,   Carmen Rodríguez Fernández, María de San José Ytoiz y Asunción Pascual Nieto, Inés Rodriguez Fernández.

Os autores: comunistas, socialistas e anarquistas que cometeram os crimes nos primeiros 6 meses da Guerra Civil que levaram a Espanha. A participação de tropas de elite estalinistas ajudava à repressão sobre a população civil.

Emílio Mola, em Melilla, ia recebendo sucessivos relatos do sadismo que era regra em Espanha já mergulhada numa ditadura de esquerda particularmente cruel. Francisco Franco nas Canárias inquietava-se.

3 comentários:

FireHead disse...

Demonizam a ditadura de Direita. Mas a verdadeira ditadura de Direita é a que provou funcionar. E cada vez acredito que é preferível a esta democracia esquerdista.

Lura do Grilo disse...

Caro FireHead

A Igreja católica foi flagelada na guerra civil. Tanto que os bispos que sobraram apelaram ao uso de armas para parar com estas atrocidades. A esquerda queixou-se! Mas o direito a defender a própria vida é um direito natural: não podemos ser castigados por o exercer.

Anónimo disse...

Os mortos dos regimes/grupos de direita são mártires, os dos regimes/grupos de esquerda são números.