agosto 08, 2015

Uma tareia...

... na companheira, parece ter sido dada pelo líder espiritual Sheik Munir da Mesquita de Lisboa. Uma falha grave da religião da paz e do perdão e ainda uma falha deontológica pois o manual de como "enxertar" (digo... disciplinar) as mulheres não foi seguido.
A "companheira" (não sabia que isto também era agora hábito pela terra dos mohameds), que tinha mais idade para filha do que outra coisa qualquer, levou duas cotoveladas e foi parar ao hospital.

Estou agora para ver o que vão os tribunais decidir: ou fecham os olhos e fazem de conta que a Sharia já conta (uma versão modernaça e halal do "entre marido e mulher não metas a colher") ou então tratam como uma manifestação de multiculturalidade e o Sheik é homenageado por serviços à nação no Martin Moniz.

Aguardo também um arrufo das feministas, do MDM, do Sampaio (da "Aliança das Civilizações") e das garotas do Bloco de Esquerda e dos colectivos "aqui mando eu".

Já vai para uns dias que, pela Grécia, uma das TVs foi parar à fronteira com a Turquia. Aí uma muslima dizia que a mulher cobria-se pois no islão uma mulher é como um diamante: por isso eles querem tantas ao mesmo tempo. Um mufti, mullah  ou um ayatollah (ou o raios que o parta) dizia-se discriminado (parece uma maldição que atinge os maomés) pois não tinham a Sharia. Só não disse o que Sharia significa para a mulher, esse diamante que o sheik Munir colocou a sangrar do nariz que dá encanto de rubi à pedra preciosa. E a Sharia é como a massagem na praia: "sabe-se como começa mas nunca se sabe como acaba".

Em último caso a mulher pode acabar com o cabeça separada do corpo em caso de adultério o que é, sem dúvida, outro sintoma cultural que empapa o chão de sangue.

9 comentários:

Afonso de Portugal disse...

«Aguardo também um arrufo das feministas, do MDM, do Sampaio (da "Aliança das Civilizações") e das garotas do Bloco de Esquerda e dos colectivos "aqui mando eu".»

Ah, esses já têm todos uma rotina de resposta tão bem treinada que já se tornou automática:

1. Se o agressor for ocidental, é machismo!
2. Se o agressor for oriental, finge-se que nada aconteceu...

...a menos que!!!!

2.1 Apareça algum ocidental a denunciar. Aí passa a ser "racismo".

Exemplo paradigmático: o partido dos Democratas Suecos agendou um protesto pró-guei para um bairro muçulmano de Estocolmo. Curiosamente, a esquerda está indignada, mas não fala em "homofobia"... fala em "islamofobia!" Ehehe...

carneiro disse...

amigo, arranje-me o link, por favor

Lura do Grilo disse...

Caro Carneiro

Aqui vai: http://www.sol.pt/noticia/406112

Também deu no correio da manhã TV

Anónimo disse...

Ainda não vi em outros jornais a notícia. Agora, imagino o que seria se um padre (já não digo um bispo) batesse na irmã, por exemplo. Como é este gajo silencia-se.

carneiro disse...

estive fora. obg

FireHead disse...

Lá no meu blogue costumam aparecer artistas que, querendo defender o islão (vá-se lá saber porquê), dizem, mostrando indicadores, que os países mais perigosos e violentos do mundo são "cristãos", como que a querer indirectamente dizer que um cristão de verdade comete crimes só porque sim. Foi o que aconteceu uma vez mais por lá quando falei desse caso do sheik David Munir.

Anónimo disse...

hoje este assunto foi abordado no programa de TV do Luis Goucha. Estava um comentador convidado a falar da violência domestica e do caso, abordando a doutrina islamica que aconselha os maridos a bater nas mulheres de forma leve sem deixar marcas ( que até o próprio Munir´defende )e a forma submissa como o islão entende o papel da mulher, qdo Luis Goucha levanta a voz num ataque absurdo à igreja católica que "não permite que as mulheres celebrem missa" e vê "a mulher como submissa e parideira" ( numa tentativa de imediatamente fazer a apologia de que islão = cristianismo).....Mudei logo de canal, pois não há paciência para estas estrelinhas de TV que no alto da sua imbecilidade não reconhecem o óbvio.

Lura do Grilo disse...

num ataque absurdo à igreja católica que "não permite que as mulheres celebrem missa" e vê "a mulher como submissa e parideira" ( numa tentativa de imediatamente fazer a apologia de que islão = cristianismo).

Fez bem em mudar de canal ... estes apresentadores são uns ignorantes! Nem para trolhas serviriam. Os programas são um passear de vaidades populistas que dão um asco profundo.

Caro Firehead
Não sei exactamente como se compara a criminalidade mas uma coisa posso garantir: é que na democracia bater numa mulher é crime, um assassínio é crime punivel raramente com 25 anos dos quais se cumprem 12 anos, traficar droga é um crime menor, consumir não é crime, roubar quase não tem pena de prisão, pedofilia tem pena menor, homossexualismo é benigno, etc, etc. Um criminoso que pratica os crimes acima tem sempre advogados e juízes independentes.
Nos países islâmicos não há direitos humanos: roubar pode significar a amputação da mão, o tráfico de droga o enforcamento, o assassínio o enforcamento, a pedofilia o enforcamento, o adultério o apedrejamento. Pouco gente se atreve a arriscar o crime.

Gaius Octavius disse...

Sem dúvida tratou-se de uma acidente. O Islão é uma religião tolerante, temos o tolerantíssimo Al-Andaluz como prova dessa tolerância. Aí os muçulmanos fartaram-se de tolerar: toleraram cristãos, toleraram judeus, toleraram tudo e mais alguma coisa - toleraram tanto que até doeu... Islão é paz e paz e só paz, paz, paz paz, paz, pás, pás e pás.

Se não foi acidente então só pode ter sido o nariz da senhora que, num acesso de islamofobia, para incriminar a inocente e pacífica pessoa do imã, se atirou violentamente contra o seu tolerante punho.

Mas os narizes fascistas non pasarán!!!