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abril 14, 2026

Um Leão sem garra

O Papa parece estar a dar continuidade a um pontificado tão pobre como o de Francisco.

Enche o peito contra as democracias, mas acobarda-se perante ditaduras que perseguem cristãos. Disse alguma coisa sobre a Nigéria, onde dezenas de cristãos terão sido massacrados na Páscoa? E sobre a Nicarágua, onde as celebrações pascais foram proibidas? E sobre a miséria, a perseguição e a opressão a que os cristãos estão sujeitos no Paquistão e em quase todos os países islâmicos?

Ainda bem que nem Cristo nem os apóstolos foram assim.

Irá o Papa celebrar a vitória de Lepanto?

julho 29, 2013

A minha avó e o Papa

A minha avó dizia que eu tinha um "espírito de contradição". Estava quase sempre contra as "verdades" gerais. 

Tenho cada vez mais reservas sobre este Papa: demasiado mundano, demasiado superficial, demasiado latino-americano (até nas expressões e compassos de espera no discurso) e demasiado nas graças de imprensa. Basta-me esta última, após ainda a visita a Lampedusa e de um notável esquecimento do martírio de cristãos executados na Síria e outros países do islamo-nazis, para me deixar incomodado. 

março 13, 2013

Novo Papa

... bastante Curriculum. Um que me dá alegria é de ter sido perseguido pelos pinguins ladrões, corruptos e ditadores Kirchner.

"Emparelhamento" gay e aborto puseram o Cardeal a zurzir no casalinho de ditadores botox. Habemus Papam e este é dos mais progressistas: conservar e promover o que está bem e dignifica o Homem; atacar o que está mal e amesquinha o Homem.

O moderno não é o novo: o moderno é defender e aprimorar o positivo com largas provas dadas e rejeitar o que sempre faliu.

fevereiro 15, 2013

Palpitações

O homem da rua palpita;
A jornalista palpita;
Turistas palpitam;
Fieis palpitam;

.... todos dão os seus palpites. O próximo tem que ser africano, tem que ser norte-americano, deve ser sul-americano, não pode ser italiano, não pode ser europeu, tem que ser mais novo, etc.

A eleição do Papa não vai por palpites. O Papa é eleito por uma elite de clérigos com muitos anos de experiência, com profundo conhecimento da Igreja e dos seus pares e elegem um entre os seus. Mais igualdade não é possível.

Assim devia ser também numa democracia. Se assim fosse a Democracia não estaria moribunda, não mataria os seus filhos mais indefesos, não induziria a sua população a desperdiçar a sua vida a correr atrás de plasmas, automóveis de luxo, férias exóticas, sexo pelo prazer descomprometido e inutilidades egoístas que nos destroem por dentro.

A democracia é um desastre: basta um bom almoço bem regado com vinho tinto ou branco para mudar um voto e eleger um charlatão.