…os Mohameds andam à caça do pote de ouro dos tansos do Ocidente.
O tempo é muito lento para os que esperam; Muito rápido para os que tem medo; Muito longo para os que lamentam; Muito curto para os que festejam; Mas, para os que amam, o tempo é eterno. Shakespeare
A Rússia queria simular um atentado contra Orban. O Ministro dos Negócios estrangeiros é um traidor. Chega deste circo: Orban defende o seu povo, mesmo tendo que engolir o sapo vivo que é Putin.
Mas:
A Hungria, por não querer o wokismo, o LGBTismo, a invasão e substituição da sua população com imigração descontrolada (ou seja a UE a governar o país) tem sido perseguida.
"A manifestação tinha 500 pessoas. Quantos jornalistas lá estavam? Quantos? Nenhum!"
Brutal bofetada na comunicação social.
Code Pink's Cuban Commie Vacation Hits a New Low: ativistas que vivem confortavelmente em democracias viajam para a ilha como se estivessem num safari ideológico, ou num parque temático, romantizando a Cuba dos anos 50 e 60.
Distribuem bolachas aos desgraçados para fazer a festa como um transeunte distribui milho aos pombos.
Mamma Mia! Italian Anarchist Couple Blow Themselves Up While Trying to Engineer Mass Casualty IED
As mulheres europeias sob ataque e sem defesa: há que recorrer à imaginação.
Pablo Iglesias, antigo líder do Podemos — partido financiado pelo Irão — continua a demonstrar uma notável falta de coerência. Durante a sua viagem a Cuba, entre estadias em hotéis de luxo onde a eletricidade nunca falha e passeios de carro elétrico pela ilha, dedica-se a elogiar um regime amplamente criticado pela sua repressão. Entretanto, o som dos cubanos a baterem nas panelas em protesto não parece chegar aos seus ouvidos.
Aos amigos do Irão nada faz mossa.
Em França a esquerda lincha e em Portugal tenta. O Juiz já soltou o bicho! Se fossem uns sopapos com o Mário Machado era a indignação total, pediam a ilegalização do CHEGA e rasgavam as vestes com os perigos da extrema-direita. Espera-se ainda a indignação e condenação do PCP, BE e PS.
O silêncio da esquerda americana sobre os horríveis abusos de crianças por Cesar Chavez fala por si.
O Politburo da UE não descansa até exterminar os europeus: EU’s top court rules all 27 member nations must recognize ‘transgender’ identities
Não falta muito para controlar a forma como limpamos o rabo.
Japón reabre la mayor central nuclear del mundo
A CGTP não perde uma oportunidade para o ridículo. A reforma laboral não tinha ponta por onde se lhe pegasse; recusou discuti-la e afastou-se. Agora faz de vítima.
Também não se percebe de onde surgem as chamadas comissões de utentes: que história têm, que estatutos as regem, quem as financia? Aparecem do nada e, de repente, conquistam atenção televisiva imediata.
A julgar pela comentadoria que infesta as televisões como piolhos no couro cabeludo, talvez fosse uma boa altura para aparecerem não três Salazares, mas três Hitlers e mais três Estalines — passariam incólumes perante estas sumidades.
Não se percebe por que razão Sócrates diz procurar advogado. Com a lábia, o desplante, o descaramento, a imaginação e até as alucinações da criatura, defender-se-ia sozinho sem gastar um tostão dos dinheiros da depauperada mãe.
O desfile de vaidades fúteis dos Óscares prometia indignação pelo tratamento que o Irão dá às mulheres e ao seu povo; afinal, o problema era Gaza. Esperava-se um “não” à guerra na Ucrânia — mas também não foi isso. Esperava-se qualquer coisa; saiu a habitual banalidade. O futuro parece ser a mesma espiral decadente para onde a esquerda empurrou Hollywood.
A Rússia financiou generosamente o movimento “ambientalista” na Europa: pintaram de verde velhos vermelhos — mas vermelhos continuam a ser vermelhos.
Impuseram a obsessão das energias renováveis a qualquer custo: já foram gastos centenas de milhares de milhões.
Os resultados estão à vista: energia mais cara, maior dependência externa, desindustrialização, risco de apagões e até danos ambientais.
Mesmo depois desta contabilidade perversa, ainda há quem continue com as energias renováveis na boca e o coração no lugar do cérebro.
... é muito pouco para estes animais. O segundo caso em poucos meses. O ódio espalha-se e mata, enquanto as elites que se apoderaram da Europa assistem indiferentes, controlando tudo e deixando que a barbárie se instale.
Muslim Welfare Fraud in Austria
German MEP sparks backlash after claiming gang rapes ‘do not exist’ in Germany — here are the facts
What the NYC ISIS Bombers Had In Their Storage Unit Was Insane
uma lista infindável de barbárie nunca vista após as malfeitorias dos loucos Hitler e Estaline
Nada de surpreendente: quando a liderança pertence a alguém que, como ministra da Defesa, deixou tantas dúvidas, o resultado dificilmente poderia ser diferente. E o que esperar da União Europeia quando o Presidente do Conselho Europeu é o Sr. Costa?
A Europa deixou-se capturar por um ambientalismo radical que chegou ao poder através de ministros do Ambiente. Fecharam centrais nucleares e a carvão, cobriram paisagens com torres eólicas, desmataram para instalar fotovoltaicas e bloquearam barragens — tudo em nome de uma transição energética mal planeada.
Acreditou-se também que o comércio garantiria a paz eterna: “quando as mercadorias atravessam fronteiras, os soldados não atravessam”. A realidade mostrou o contrário. A Rússia invadiu a Ucrânia e a Europa ficou exposta a uma crise energética.
Entretanto, enquanto a Europa se impõe sacrifícios, a China continua a construir centrais a carvão — longe dos discursos e longe das ilusões que dominam o debate europeu. No meio desta política energética, há um vencedor claro: a indústria chinesa de painéis fotovoltaicos, financiada indiretamente pelos subsídios europeus.
Ainda poderiamos falar da indústria automóvel, da defesa europeia, da agricultura, da hostilidade com os Estados Unidos (que deixaram na Europa 200 000 jovens para deter a dupla Hitler e Estaline), da invasão islâmica apresentada como migrações, mas .... nem vale a pena.
... e a restante esquerdalha do clube de Isabel Moreira, do PCP, do BE, de parte do PS e da generalidade da comentadoria televisiva e não só.
Para estes animais, que tomaram conta de um povo e o trata como lixo, qualquer castigo é curto. O ódio ao ocidente está mais claro que a água potável. Israel é o canário na mina, nós somos a mina.
A Europa já tem a Sharia no UK e a pressão para a admitir é generalizada. Orban tem razão ... o perigo está dentro da Europa.
... é Israel e Trump que a fazem. Contudo a culpa recai nos infames Obama e no senil Biden que fecharam os olhos ao regime iraniano e até o financiaram como fruto da chantagem dos miseráveis Ayatollas. Confiar num regime islâmico, cujo "profeta" fundador violou todos os 10 mandamentos, é de gente estúpida, ignorante ou ambas.
Mais tarde ou mais cedo o apaziguamento ou a submissão pagam-se com língua de palmo.
À esquerda europeia, o Irão faz notar, que sobram causas, mas falta coerência. Direitos das mulheres, feminismo, liberdade religiosa, homossexualidade e causas LGBT servem de arma de arremesso contra as democracias onde vivem confortavelmente. Curiosamente, quando se trata de regimes comunistas ou islâmicos — aliados de conveniência da esquerda e tiranias brutais —, as exigências desaparecem e a crítica dá lugar ao silêncio cúmplice.
... está Costizado. Só lhe reconheço uma qualidade... a da possível sustentabilidade dos CTT pelo uso dos Serviços Postais, e de forma generosa, com o envio de cartas ao Governo. Loas ...a Dinamarca já fechou os CTT de lá.
Uma perfeita desilusão este Luís Carneiro.
... do saco plástico preto.
Felizmente a UN já é o novo pântano: falida económica e moralmente
Women abused as children by Rotherham gangs say police also sexually assaulted them
Starmer fechou os olhos, a Polícia é cúmplice, a Justiça deixa passar e as crianças inglesas são violadas e tratadas como gado. Os rape gangs islâmicos já estão, pelo menos, em França e na Alemanhã. É uma Europa conduzida por kamikazes contra os seus povos.
A reciclagem incessante de imagens de Trump e Epstein com décadas de existência tornou-se o prato principal do 'jornalismo de desejos'.
Trump foi disruptivo e corajoso ao expor as elites provocando uma razia, sobretudo à esquerda, que abalou a academia, a política, os filantropos e as finanças.
onde os congressistas do partido democrata foram incapazes de se levantar em homenagem à mãe de Iryna: uma jovem ucraniana apunhalada mortalmente pelas costas, por razão nenhuma a não ser ódio racial, num transporte público.
A crise política em Espanha acentua-se com a sucessão de escândalos no governo: um por dia pelo menos.
A revelação de que o Executivo terá omitido denúncias de abuso sexual envolvendo o chefe da Polícia coloca os socialistas sob fogo cruzado, questionando o seu compromisso real com a proteção das mulheres.
Islamic Preacher in England: “We Will Kill Those Dogs!”
A mesma coisa em Nova Iorque onde a esquerda e o islão andam em lua-de-mel.
Um congressista teve a coragem: "If they force us to choose, the choice between dogs and Muslims is not a difficult one."
Este cidadão francês, católico, foi linchado por milícias da extrema-esquerda associadas ao Sr. Mélenchon. Não se trata de uma “vítima” do ICE, não é Mireille Franco, não é negro nem estrangeiro; é branco, não é imigrante, não é de esquerda e não morreu às mãos da polícia — logo o silêncio é ensurdecedor.
As milícias de esquerda parecem atuar com crescente impunidade; os antifas agem sem consequências visíveis; os cartéis de droga expandem-se sem travão. Talvez Viktor Orbán tenha razão quando afirma que o maior perigo está dentro da própria Europa — um perigo perante o qual muitos preferem fechar os olhos.
Esta venerável criatura, Robert Dogan ou Roberta Esposito que oscila na loucura da moda que é o transgenderismo, atirou na própria família: ex-mulher e filho no Lynch Arena em Pawtucket, Rhode Island.
Quantos mais inocentes devem morrer para finalmente colocarem um fim a esta alucinação?
Mais um massacre cometido por um transgender: agora na Canadá e a culpa? Pois, das armas. A prevalência deste tipo de crimes em transgenders é estarrecedora.
Envenenaram a juventude com ilusões e acreditam que um bisturi resolve conflitos da mente. Os resultados são evidentes e, tragicamente, são os inocentes que pagam o preço mais alto para satisfazer as agendas de certas elites culturais de lunáticos.
Não aparece nada de relevante contra Trump.. só lhes resta ir insinuando. O que apareceu foi apenas uma denúncia que o próprio Trump fez à polícia contra Epstein — aliás, uma das primeiras alguma vez realizada. Talvez por isso o "prestigiado" Washignton Post está em penosa auto-destruição,
Uma chatice: a esquerda, os intelectuais de esquerda e os meios das ‘culturas’ continuam a aparecer, como o senhor Jack Lang — aliás, da mesma casta tenebrosa de Jean-Paul Sartre, Simone Beauvoir e seus compinchas. Por estas bandas, a pedofilia e a depravação moral fazia parte do cardápio cultural. A França tem andado de braço dado com o mal desde a Revolução Francesa.
Pablo Iglesias, figura radical da extrema-esquerda do Podemos, declarou ter sido financiado pelo Irão. Defendia e praticava “escraches” — ações de espera e assédio a opositores políticos na via pública, à porta de casa ou em qualquer outro local — considerando essas práticas democráticas e legítimas.
Mas agora reage com violência quando se torna o alvo dos virtuosos escraches que fazia.
.. é ainda pior que bad. Mas foi um herói anti-Trump por cantar em espanhol. A letra do que cantou é algo grotesco, uma linguagem soez, um esgoto, um machismo exuberante. Um tipo que deve ser um perturbado mental mas não só. Como pode uma organização dar palco e tolerar estes degenerados? Só esquerdistas.
… nas águas lamacentas do comentariado, entre especialistas, politólogos e afins, é talvez o melhor de três ou quatro personagens que ainda se dão ao trabalho de pensar, em vez de debitarem alarvidades — umas absolutamente inúteis, outras meramente irrelevantes e as restantes francamente asquerosas.
Hoje, a SIC optou por não exibir o gráfico que Miguel Morgado tinha preparado para desmontar mais uma proeza épica da esquerda: o pretenso recorde de votação alcançado por Seguro.
…contribuiu para a eleição de Seguro. A manipulação, a perseguição e a chantagem exercidas pela comunicação social e pela classe política (se entidadas distintas) sobre a direita não impediram Ventura de alcançar uma votação histórica.
A ação determinada do ICE na aplicação da lei tem poupado centenas de vidas, contribuindo para a queda acentuada do número de homicídios nos EUA. Após Cuba e Venezuela terem exportado criminosos para o país em diferentes períodos, tais medidas tornaram-se imperativas para preservar a paz social e a segurança do cidadão comum
Claro que isto não agrada aos:
A entrevista de Rodrigo Guedes de Carvalho a um ministro hoje é o verdadeiro teste do algodão — aquele em que estes caciques socialistas dos telejornais e afins chumbam sistematicamente.
Os ministros podem ser competentem ou não; ainda assim, é de louvar a paciência que demonstram ao aturar perguntas tão estúpidas quanto incongruentes por parte de quem se apresenta como jornalista.
Pela minha parte, preferia mil vezes dormir com um gato pulguento.
Em Turim, um gangue lunático da extrema-esquerda foi finalmente desalojado das instalações que ocupava impunemente há anos. O resultado: dezenas de agentes feridos, confirmando que a marca destes “activistas” é a violência gratuita.
Finalmente foi preso, mas faltam alguns ainda:
O FACE act agora parece mais igualitário: tinha sido criado para perseguir conservadores!
... no panorama da criminalidade ou os dados são bem martelados: pelo menos o director da PJ fala como um político encartado.
Não bastava a gigantesca fraude envolvendo fundos federais desviados e exportados por redes somalis.
O enriquecimento súbito e brutal da congressista Ilhan Omar — conhecida pela propagação de discurso de ódio e incitação à violência — surge como mais um caso digno de investigação. Há ainda suspeitas graves de que tenha casado com o próprio irmão para obter cidadania norte-americana de forma fraudulenta.
Entretanto, o grupo terá orquestrado um ataque com uma seringa cheia de vinagre, numa manobra de distração destinada a gerar indignação pública e desviar atenções. Ameaçam agora o homem envolvido com prisão. Ironia das ironias: talvez devesse ter sido água com sabão, para limpar a sujidade do discurso político desta senhora. Recorde-se que o jornalista Andy Ngo foi atacado com uma substância corrosiva há alguns meses, numa manifestação antifa, sem que isso tivesse merecido igual destaque mediático.
O clima de desobediência já fez outra vítima: um ativista anti-polícia, armado, com arma municiada e um historial bem conhecido. Parece que se pretende repetir o padrão de destruição, saques e violência associados a movimentos como o Black Lives Matter (36 mortes). Curiosamente, a esquerda proclama-se contra as armas — mas recorre a elas sempre que lhe convém.
Na Europa os deputados de esquerda não condenam os massacres sobre iranianos indefesos e desarmados.
Na rua é o que se vê em Minneapolis, em Nova Iorque, em muitos sítios na Europa: antissemitismo, anticristianismo, pro-islamismo, ódio, perseguições.
O regime iraniano terá assassinado mais de 30.000 manifestantes desarmados em poucos dias.
Perante mais este ato de barbárie, procurei resoluções da ONU que condenassem o Irão.
Quantas encontrei? Zero.
Cuba? Zero.
Venezuela? Zero.
Israel? Mais de uma dezena.
O governador de Minneapolis, Tim Waltz, está a incitar o ódio contra as autoridades federais que continuam a prender gente do pior: pederastas, violadores, assassinos, proxenetas, traficantes e mercadores de vidas humanas. O clima de insurreição é já notório e intolerável: Trump tem que actuar.
O governador está a lançar uma cortina de fumo para encobrir a enorme corrupção, fraude e criminalidade associadas a imigrantes somalis — realidades que ignorou deliberadamente ou nas quais poderá mesmo ter colaborado.
Há financiamento por detrás dos protestos: manifestantes pagos, muitos deles violentos e altamente perigosos. O FBI deveria seguir o rasto do dinheiro.
É perturbador ver mais indignação quando um agente do ICE se defende de desordeiros do que pelas centenas de vítimas mortais causadas por imigrantes indocumentados e já referenciados pelas autoridades.
James O'Keefe infiltrou os eventos e teve que fugir contudo a reportagem promete: tem que se esperar.
A polícia efectou umas rugas ao movimento 1143 e levou alguns presos. Acho que merecem ... são largamente ineficientes naquilo que os acusam ou no que "preparavam". Comparados com certas "coletividades indignadas", ficam muito atrás em assassinatos, pancadaria, tiroteios, agressões, etc. Até a escolha do vocabulário e dos alvos do mesmo vocabulário revela um amadorismo gritante: falta-lhes aquele toque 'inclusivo' e amoroso de quem grita 'bosta da bófia' ou deseja a 'morte ao homem branco' para evitarem a acusação de discurso de ódio e incentivo à 'violência'.
Claramente a Polícia é muito mais eficaz agora que no tempo das FP-25: foram precisas muitas execuções, entrevistas de encapuzados, assaltos a bancos e atentados para serem travados. Poucos foram presos, os juízes tiveram que se exilar, cumpriram penas curtas, foram amnistiados e ainda concorreram a cargos autárquicos.
de Jack Smith sobre Trump e outros republicanos ofuscou as regras mais elementares que o cargo exigia.
Jack Smith claudicou ao interrogatório do Jim Jordan: este é apenas um episódio do naufrágio mas há muitos mais. A cegueira do ódio não lhe serviu para coisa alguma.
... é sempre recompensado com mais proteção e mais tolerância aos prevaricadores.
O Primeiro-Ministro australiano intensificou a repressão contra aqueles que manifestam reservas ou oposição à imigração muçulmana. Em vez de reforçar a vigilância policial, controlar o fluxo de países com perfis de risco ou monitorizar focos de radicalismo onde se prega o ódio, o Estado opta por punir quem se indigna perante o crime. Tornou-se uma regra sombria: a cada novo atentado -depois de depositar umas flores, manifestar repúdio e algumas condolências automáticas- sucede-se uma vaga de repressão sobre as vítimas e sobre quem ousa protestar contra as decisões políticas que transformaram as ruas do Ocidente numa 'roleta russa', onde se aposta a dignidade humana e, por vezes, a própria vida.
Em Amesterdão, uma experiência social dita 'inclusiva' obrigou 125 estudantes locais a coabitar com 125 imigrantes de países muçulmanos. Os relatos de violações, agressões, desacatos e intimidações constantes foram inicialmente silenciados; o pedido para encerrar este projeto foi indeferido e o terror persiste. Dizem que o projeto terminará em 2028, mas até lá, as vítimas continuam entregues à própria sorte.
Um raro estudo da Universidade de Lundt, que conseguiu escapar milagrosamente a filtros progressistas, conclui que 2/3 dos violadores condenados na Suécia são imigrantes ou filhos de imigrantes. Atendendo a percentagem de imigrantes no total da população e à origem desta imigração pode-se adivinhar uma terrível desproporcionalidade.
A Europa, tão justamente eufórica com o seu fervoroso apego ao Direito Internacional aquando da Crimeia, do Tibete e da Ucrânia, entrou subitamente em crise de nervos com a captura de um criminoso que, na qualidade de Presidente da Venezuela, massacrava um povo inteiro. Princípios, afinal, têm contexto.
Entretanto, há outra crise humanitária monumental: Cuba. Fome crónica, apagões permanentes, epidemias recorrentes e miséria estrutural — tudo a agravar-se. Esgotado o soro venezuelano há que encontrar novo hospedeiro para enriquecer a Nomenklatura.
O contingente cubano encontra-se em debandada desde que a sua tropa de elite, as “Vespas Negras” — anel de proteção de Maduro — foi convenientemente fumigada pela Delta Force. Coincidência curiosa: outro aspirante a Maduro, de nome Allende, também contava com guarda pessoal cubana. A diferença é que, dessa vez, o povo saiu à rua, foi ouvido e a tragédia venezuelana ficou pelo ensaio geral.
Trump ... atreve-te.
A esquerda radical — devota de Cuba, Coreia do Norte, Nicarágua, Irão, Afeganistão e outros “faróis progressistas” — abraçou subitamente o socialista moderado Seguro, o mesmo que metade do PS escorraçou ontem. Os elogios agora distribuídos dariam vergonha até a uma estrela de cinema pornográfico.
O secretário-geral do PS foi mais rápido a exigir o voto do PSD do que a apoiar Seguro e, ainda assim, finge indignação com Montenegro. No Largo do Rato, barões e baronesas emergiram da toca mal lhes cheirou a prebendas.
A narrativa é simples: ou se vota Seguro ou chega o fascismo. O fascismo é um horror; o comunismo, um carinho.
Votar Seguro é virtude. Votar Ventura é crime.
Boa parte da chamada Direita já cedeu à chantagem. O cerco mediático continua eficaz.
Ainda bem que não há voto eletrónico com anonimato garantido. Na Venezuela, funcionários públicos que não votaram em Chávez foram dispensados pouco depois. Por cá, o instinto é o mesmo — só falta a oportunidade.
Se fosse tão dedicado e eficiente nos assuntos do Ministério que tutela como é dedicado aos insultos mais torpes e soezes à oposição talvez o acidente com os comboios de alta velocidade não tivesse acontecido.
Parece quase uma anedota ou talvez um pesadelo: o Supremo Tribunal dos EUA está a discutir se é legítimo um homem participar, em pé de igualdade, com mulheres em desportos femininos.
Os loucos por estas causas não as defendem de forma democrática: são gente muito perigosa. "Riley Gaines, an advocate for women’s rights in sports, revealed on Wednesday she had to wrap her three-month-old baby in a bulletproof blanket because of the threats against her and fellow advocates of fairness in sports as they rallied at the Supreme Court."
…de forma pacífica, sem petardos, sem projéteis contundentes, sem tochas. Não foi necessária a intervenção policial.
Os habituais caciques — presença garantida em qualquer micro-manifestação contra Israel, os EUA, o CHEGA, Orbán e afins — desta vez não apareceram.
Não surgiram os caciques globalistas e wokistas, os militantes pro-aborto, os ideólogos do transgenerismo, nem os amigos de toda a ditadura decrépita e delirante que ainda vai subsistindo pelo mundo.
Não houve Catarinas, nem Mortáguas, nem Antónios Filipe, nem Ana Gomes, nem qualquer representante da esquerda snob.
Talvez por isso a campanha “com valores” do BE e o “passarinho” do LIVRE tenham desaparecido do activismo com a mesma facilidade com que desapareceu a liberdade no Irão, na Venezuela ou na Nicarágua.
Não será já evidente a existência de uma aliança tácita entre a esquerda e o islamismo?
Os valores ocidentais — liberdade, direitos humanos, democracia, cristianismo — enfrentam hoje dois inimigos. Um já está infiltrado; o outro infiltra-se a uma velocidade vertiginosa.
Um magote de mulheres que denunciaram Boaventura Sousa Santos de assédio sexual são menos credíveis que a que acusa Cotrim das mesmas proezas.
O feminismo progressista de queimar sutiãs sem correr o risco de ir parar à prisão é uma causa nobre em defesa das mulheres. Lutar para mostrar o rosto em público e ser baleado ou morrer em esquadra iraniana não merece palavra amiga deste mesmo feminismo.
Um país defender-se do terror islâmico que massacra a sua população -mulheres, crianças e velhos depois atrocidades animalescas- causa incontáveis genocídios. Uma população a ser varrida aos milhares por rajadas de metralhadora de um regime tirânico não merece compaixão, nem flotilha, nem ajuda humanitária nem palavras amigas.
A Nomenclatura mais sinistra do PS que hostilizava Seguro já não hostiliza. O neto de sapateiro, o Sr. Silva do ISTE e outros estão de volta como filho pródigo mas sem arrependimento.
Esta esquerda é cada vez mais hipócrita, alucinada e descarada.
Soros e seus associados ultra-ricos do Partido Democrata continuam a seu discurso de ódio contra a polícia e até apelam à insurreição nas forças armadas dos EUA. Conseguiram a a tão desejada vítima: uma activista atravessou o carro para impedir o ICE de actuar, não mostrou identificação, não obedeceu aos pedidos de retirar a viatura do caminho e tentou usr o carro como arma para atropelar um agente. Foi baleada e faleceu pela causa alucinada de poupar membros de gangues, assassinos, violadores, proxenetas e traficantes de droga a uma deportação certa.
Logo apareceram os manifestantes profissionais - deambulam entre Gaza, anti-ICE, anti-Tump e outras encomendas de causas convenientes à esquerda e ao islão- a explorar o caso.
Em 2021 um polícia de Minneapolis matou uma mulher desarmada -Justine Diamond- que tinha pedido ajuda à polícia por um assalto de índole sexual nas imediações da sua casa. Não houve manifestações, revoltas, indignações, flores e nem a Justiça teve mão pesada: o polícia, de origem somali, já está na rua.
Justine Diamond
Mais um esforço para calar verdades inconvenientes: pobre Europa.
Inacreditável: a dimensão da fraude, o destino dos fundos, as desculpas e as tentativas de ocultação.
A SIC deveria estar a acompanhar a luta pela liberdade que levou o povo iraniano às ruas contra um regime brutal: repressão das mulheres, pena de morte para opositores políticos, tortura, enforcamento de homossexuais, terrorismo, miséria, inflação, entre outros abusos.
Em vez disso, decidiu ir para o Iraque. RTP e a TVI também fazem vista grossa às revoltas corajosas no Irão.
A "referência" BBC anda igualmente alheada. Alheada a isto tanto quanto andou alheada de um predador pedófilo que por lá fez longa carreira. Talento só para fabricar videos falsos.
Há uma necessidade urgente de uma lufada de ar fresco nas redações. Acontecem coisas inacreditáveis: ainda bem que existem as redes sociais, caso contrário o acesso à informação aproximar-se-ia perigosamente de uma Coreia do Norte.
Trump retira o financiamento a:
Non-UN Organizations
• 24/7 Carbon-Free Energy Compact
• Colombo Plan Council
• Commission for Environmental Cooperation
• Education Cannot Wait
• European Centre of Excellence for Countering Hybrid Threats
• Forum of European National Highway Research Laboratories
• Freedom Online Coalition
• Global Community Engagement and Resilience Fund
• Global Counterterrorism Forum
• Global Forum on Cyber Expertise
• Global Forum on Migration and Development
• Inter-American Institute for Global Change Research
• Intergovernmental Forum on Mining, Minerals, Metals & Sustainable Development
• Intergovernmental Panel on Climate Change (IPCC)
• Intergovernmental Science-Policy Platform on Biodiversity & Ecosystem Services
• International Centre for the Study of the Preservation & Restoration of Cultural Property
• International Cotton Advisory Committee
• International Development Law Organization
• International Energy Forum
• International Federation of Arts Councils & Culture Agencies
• International Institute for Democracy & Electoral Assistance
• International Institute for Justice & the Rule of Law
• International Lead & Zinc Study Group
• International Renewable Energy Agency
• International Solar Alliance
• International Tropical Timber Organization
• International Union for Conservation of Nature
• Pan American Institute of Geography & History
• Partnership for Atlantic Cooperation
• Regional Cooperation Agreement on Combating Piracy in Asia
• Regional Cooperation Council
• Renewable Energy Policy Network for the 21st Century
• Science & Technology Center in Ukraine
• Secretariat of the Pacific Regional Environment Programme
• Venice Commission (Council of Europe)United Nations Organizations
• UN Department of Economic & Social Affairs
• ECOSOC — Economic Commission for Africa
• ECOSOC — Economic Commission for Latin America & the Caribbean
• ECOSOC — Economic & Social Commission for Asia & the Pacific
• ECOSOC — Economic & Social Commission for Western Asia
• International Law Commission
• International Residual Mechanism for Criminal Tribunals
• International Trade Centre
• Office of the Special Adviser on Africa
• SRSG for Children in Armed Conflict
• SRSG on Sexual Violence in Conflict
• SRSG on Violence Against Children
• Peacebuilding Commission
• Peacebuilding Fund
• Permanent Forum on People of African Descent
• UN Alliance of Civilizations
• UN-REDD Programme
• UN Conference on Trade & Development
• UN Democracy Fund
• UN Energy
• UN Women
• UN Framework Convention on Climate Change
• UN Human Settlements Programme
• UN Institute for Training & Research
• UN Oceans
• UN Population Fund
• UN Register of Conventional Arms
• UN System Chief Executives Board for Coordination
• UN System Staff College
• UN Water
• UN University
Obrigado Trump
... presidencial em Portugal!!! Não há dúvida ... Trump faz-se respeitar. Não é o banana Biden nem o tolinho Obama.
Já agora ... Trump continua a cortar receitas da UN usadas para depois perseguir os EUA.
Aceito, ainda que com contrariedade, que existam jornalistas politicamente tendenciosos. O que já considero verdadeiramente preocupante é a ausência total de empatia para com certos povos governados pela ideologia para a qual esses mesmos jornalistas se inclinam.
Como dizia um comentador, “há mais chavistas na comunicação social do que na própria Venezuela”. Ver pessoas a passar fome, a remexer no lixo para comer, a recolher água de esgotos, a viver sem eletricidade, a morrer por falta de medicamentos, a serem espancadas e torturadas, não foi suficiente para despertar a mais elementar compaixão no jornalismo.
A luta do Povo Iraniano nas ruas também passa ao lado deste jornalismo.
Honra seja feita a Miguel Morgado, que expôs sem rodeios o Armagedão a que o chavismo conduziu a Venezuela: nem hunos nem mongóis foram tão eficientes na devastação.
A este rebanho junto os candidatos à Presidência da República.
Quem perde:
Por falar em Cuba não apareceu jornalista a reportar a epidemia sanitária que se abateu no país. ("La acumulación crónica de basura, la proliferación de focos de mosquitos, los apagones prolongados, la escasez de agua y la precariedad alimentaria han creado las condiciones perfectas para la propagación viral).
A Maduro e a Dias Channel o mesmo destino do nacional-socialista Mussolini não seria demais.
Temo ser esta uma boa oportunidade para repor no poder Pol Pot e pagar reparações aos Khmers Vermelhos no Cambodja.
Esperava uma peça jornalística séria sobre o estado da economia: crescimento económico, PIB, sociedade, demografia, custo de vida, segurança, direitos humanos, justiça, liberdade política, tortura e outros indicadores capazes de avaliar o desempenho do tiranete de Moscovo à frente da Venezuela. Mas… nada.
Esperava ver analisada a evolução da capacidade produtiva do petróleo e identificadas as potências que hoje beneficiam dessa riqueza saqueada ao povo venezuelano.
Esperava que expusessem a dimensão da riqueza acumulada pelas elites venezuelanas.
Tudo isso demonstraria, uma vez mais, o fracasso rotundo do comunismo, mesmo num país riquíssimo em recursos naturais. O comunismo corrói tudo o que toca: riqueza, liberdade, bem estar e progresso.
Agora, conformem-se: Maduro foi evacuado. Resta puxar o autoclismo e passar a escova ao que sobrar.
... o encarregado de negócios de Maduro em Espanha: ou seja o Zapatero? Eu dava de borla o António Filipe e todo o bolor do PCP e do BE.
Muitos jornalistas parecem amargurados com a captura de um tirano cruel. Invocam, em desespero, o 'Direito Internacional' — o mesmo que convenientemente esqueceram nas invasões do Tibete ou da Ucrânia.
Para quem nunca navegou além do jacuzzi ou da piscina do hotel, é natural a dificuldade em distinguir um barco de pesca de uma lancha rápida, equipada com motores potentes e carregada de fardos rumo ao alto mar.
Contudo, ver profissionais ignorarem o destino dos colegas torturados e mortos na Venezuela de Chávez -jornais, TVs, radios- para defenderem a 'criatura' sob o pretexto da legalidade internacional é, no mínimo, uma suprema hipocrisia.
Ignorarem a tremenda miséria, fome e repressão que se abateu sobre o Povo de um país outrora a 4ª economia mundial é de um sadismo a toda a prova.